sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Ninguém dá Prendas ao Pai Natal


Nós explorámos o conto:«Ninguém dá Prendas ao Pai Natal». É uma história muito bonita! Baseados nessa história, nós escrevemos outras, alterando as personagens e utilizando a nossa criatividade. Aqui vai o texto inventado pelos alunos do grupo 2. O texto do grupo 1 está publicado no blogue do 3.º ano "e-letrinhas". Esperamos que gostem!...



Ninguém dá Prendas ao Pai Natal

O Pai Natal dava prendas às crianças, mas ninguém dava prendas a ele… Por isso, o Pai Natal andava muito triste!
Certo dia, bateram à porta e um animal pequenino disse:
-Pai Natal! Pai Natal! Abre-me a porta!
O Pai Natal abriu a porta e viu um sapo baixinho. Era o sapo Saltitão. O sapo exclamou:
-Trago-te aqui uma manta muito quentinha!
O Pai Natal pegou na manta e disse:
-Ó sapo Saltitão, não posso aceitar o teu presente, porque a manta só me chega até aos joelhos!
O Pai Natal, para não deixar o sapo Saltitão triste, disse:
-Fica mais um pouquinho, tenho aqui uma chávena de chocolate quente com moscas mortas ou vivas, à tua escolha.
-Obrigado, Pai Natal! – agradeceu o sapo Saltitão.
Passado um bocado, bateram outra vez à porta e chamaram:
-Pai Nataaal! Pai Nataaaaal!
Eram os filhos do Sherek e da Fiona, que disseram:
-Trazemos-te aqui muita cera para poderes fazer velas.
O Pai Natal aceitou, mas não sabia se aquilo ia resultar…
Para ser gentil, deu-lhes chocolate quente com caldo verde.
Bateram novamente à porta. O Pai Natal estava a fazer a comida para as renas.
Era a Pantera Cor-de-rosa, que disse:
-Trago-te este saco grande para levares os brinquedos às crianças de todo o planeta Terra.
O Pai Natal agradeceu:
- Obrigado! Estava mesmo a precisar!
O nosso velhinho do Pólo Norte perguntou à Pantera:
-Queres beber uma chávena de chocolate quente com natas?
-Sim! Mas só com um pouquinho de natas! – disse a Pantera Cor-de-rosa.
Os convidados estavam a conversar e o Pai Natal estava a fazer o comer para eles. Acabou de cozinhar os alimentos e disse:
-Hoje a comida vai ser: para o sapo, moscas; para o Sherek, os filhos e a Fiona vai ser frango assado; para a Pantera Cor-de-rosa vai ser um hambúrguer com muita salada e, para mim, vai ser “jardineira”. Eles comeram tudo e depois ainda tiveram sobremesa! Foi salada de fruta, gelatina, mousse e leite-creme.
Os convidados sentiram-se muito contentes e o Pai Natal deitou uma lágrima de felicidade!


Grupo 2 – Márcia, Bruno André, Ana Rita Silva, Flávia, Lúcia – 3.º ano / turma E – EB1 Devesinha

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Carta poética ao Pai Natal

E.B.1 Devesinha, 28 de Novembro de 2008

Querido Pai Natal:

Olá, Pai Natal!
Como estás?
Nós estamos contentes
Porque vamos ter muitos presentes.

Nós somos estudantes
Da escola da Devesinha
Da turma E do 3.ºano
Da professora Aldinha.

Somos vinte alunos
E não somos preguiçosos,
Somos bastante curiosos
E muito estudiosos!

Nesta época de Natal,
Nós desejamos
Paz, Amor e felicidade
Às pessoas de qualquer idade…

Querido Pai Natal,
Espero que faças este favor:
Manda-nos uma prendinha
Com todo o teu amor.

E agora, para terminar,
Um abraço te vamos enviar,
Através desta carta bonita
Que por nós foi escrita.


Beijinhos dos alunos do 3.º ano da turma E

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O Natal é lindo!

O Natal é lindo, porque...

Não há confusão, só há harmonia!
A alegria espalha-se pelas casas.
Temos presentes: brinquedos, livros...
A magia começa com a chegada do Pai Natal...
Ligamos as luzes do pinheirinho, que brilho fantástico!

É magnífico quando nós olhamos para os presentes.

Lindííííssimo é tudo o que envolve o Natal!
Imagino motivos de Natal...
Não há crise, é bom sentir o Natal a entrar pelas portas...
Damos felicidade uns aos outros!
O Natal é maravilhoso com todas as famílias unidas!

Isabel
3.º Ano - Turma E

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Adivinhas

1- Numa quinta há quatro meios buracos. Quantos buracos há nessa quinta? (Márcia)

2- Que está a fazer um burro em cima de uma ponte? (Diogo Miguel)

3- Por que é que o relógio dá as horas? (Telma)

4-Em que se parece a lua com uma casa? (Ana Rita Ribeiro)

5- Alto está
alto mora
todos o vêem
e ninguém o adora. O que é?
(Lúcia)

6- Num quintal havia 4 ovelhas e o diabo levou-lhe 2. Quantas ficaram? (Cecília)

7- Qual é a coisa, qual é ela, que tem duas bossas e muitos pêlos? (Jorge)

8- O que está no meio do rio? (Joana)

9- Qual é a coisa, qual é ela, que não enche uma mão, mas enche uma casa? (Bruno André)

10- Qual é a coisa, qual é ela, que foi feita para andar e não anda? (Ana Isabel)

11- Qual é a coisa, qual é ela, que cai de pé e corre deitada? (Diogo André)


Recolha dos Alunos do 3.º E


Soluções:
1- Não há meios buracos. 2- Está a fazer peso. 3- Porque ninguém lhas compra. 4- Ambos têm quartos. 5- Sino. 6- Ficaram 6 ovelhas. 7- É o camelo. 8- É a letra i. 9- É o botão. 10- É a estrada. 11- A chuva.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A Lenda de São Martinho

Há muitos, muitos, anos havia um soldado que andava com o seu cavalo branquinho...
Certo dia, estava um tempo horrível: havia muita chuva, trovões e muita ventania!
Andava um mendigo sem camisa, sem camisola... sem nada! Estava a ver quem passava...
Então, apareceu o soldado que teve pena dele e disse-lhe:
-Tu deves ter muito frio! Vou dar-te metade da minha capa.
O mendigo ficou muito contente e disse-lhe:
-É muito amável!
O soldado, chamado Martinho, pegou na sua espada e cortou a sua capa ao meio e entregou metade ao mendigo. O mendigo disse novamente:
-Obrigado, São Martinho, por teres rasgado com a tua enorme espada a tua grande capa. Sabias que é bom partilhar? E tu fizeste isso, rasgaste a tua capa com a tua espada e partilhaste-a comigo.
O mendigo ficou muito feliz!
Então, nesse momento, as nuvens desapareceram e o sol apareceu mais forte do que nunca. Os trovões foram-se embora e só havia sol!
O soldado passou-se a chamar São Martinho e foi premiado pela sua boa acção.
Em Novembro pára o frio e surge um dia de Verão!


Márcia Soraia
Diogo Miguel
Isabel

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Que está na escola?

Que está na escola?
-Um campo da bola.
Que está no rio?
-Um pato cheio de frio.
Que está na lareira?
-Uma pequena fogueira.
Que está no nariz?
-Uma pinta de giz.
Que está no meu caderno?
-Um texto moderno.
Que está no fogão?
-Um grande panelão.
Que está na sala?
-Uma bela mala.
Que está no mar?
-Um golfinho a rebolar.
Olha que bonito!
Vamos observar!


Alunos do 3ºano da turma E

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A Lenda das Sete Cidades


Há muitos, muitos anos, num belo castelo, vivia um rei com a sua única filha.
A princesa adorava passear sozinha. Ela adorava fazer colares de flores, ver a sua própria imagem reflectida na água das fontes e dos regatos.
Um dia, enquanto descansava à sombra de uma árvore, pareceu-lhe ouvir uma música tão suave que, por breves momentos, julgou sonhar. Ergueu-se, então, e caminhou em bicos de pés ao encontro de um pastor. Quando o pastor viu aquela menina ficou atrapalhado. O pastor disse:
- Que bela é a princesa!
E a princesa respondeu:
- O pastor é tão amável!
Escusado será dizer que a princesa e o pastor se apaixonaram. A princesa depois voltou para o castelo. A aia, desconfiada com tanto passeio, disse:
- A princesa anda a passear muito?!...
E a princesa exclamou:
- Eu adoro a Natureza!
- E o que é esse brilhozinho nos olhos?
- O que será?!
No dia seguinte, a princesa foi ao encontro do pastor. Eles falaram e depois a princesa foi para o castelo.
No ano seguinte, apresentou-se um príncipe no castelo…
- Meu rei, peço a mão da vossa filha em casamento!
E o rei respondeu:
- Será uma honra!
O rei chamou a sua filha para lhe dizer:
- Filha, tu vais casar-te com um príncipe. Vamos fazer uma festa maravilhosa!
A princesa começou a chorar nos braços da aia que tomava conta dela desde pequena.
De madrugada a princesa correu até ao cimo da montanha para um último encontro com o pastor.
A princesa disse ao pastor:
- Eu vou ter de casar com um príncipe!...
E o pastor respondeu:
- Que desgraça vai ser a nossa vida!
Choraram tanto que ali se formaram duas lagoas: uma de água azul, como os olhos da princesa, e uma de água verde, como os olhos do pastor.


Alina Beatriz
Letícia Rafaela
Bruno Miguel