quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Timor-Leste... O país que estamos a descobrir... (Por que será?)


Um dia destes, ficamos muito felizes ao ler um comentário de uns meninos de Timor…
Ficamos mesmo muito curiosos e lembramo-nos de que já tínhamos lido outro comentário destes nossos amigos… Então resolvemos fazer muitas perguntas à nossa professora…
- Onde se situa Timor-Leste?- Como é o tempo lá?
- Como são as casas das pessoas?
- …
Para encontrarmos as respostas que queríamos, a nossa professora orientou-nos para fazermos pesquisas de informações sobre Timor-Leste. Vamos contar-vos aqui algumas… Ora vejam o que já sabemos sobre esse país…
Timor-Leste é um dos países mais jovens do mundo e ocupa a parte oriental da ilha de Timor, no Sudeste Asiático. As únicas fronteiras terrestres que tem ligam-no à Indonésia. A sua capital é Díli. Sabemos que já foi um território português. O tétum e o português são as duas línguas oficiais do país. O território é muito montanhoso e apresenta um clima tropical. Achamos engraçado o nome da montanha mais alta de Timor: “Taitamalau”. É um país com mais de um milhão de habitantes.
Estivemos a observar uma casa típica de Díli… É muito diferente das casas de Portugal!
Estivemos também a observar o mapa, para tentarmos perceber onde se situa Timor-Leste. Fica tão longe de Portugal que até é difícil de imaginar a distância!...
Queremos saber mais sobre Timor-Leste e, por isso, vamos tentar descobrir mais informações…


Alunos da turma C – 2.º ano


 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

S. Martinho

S. Martinho era um soldado.

Martinho era um homem bom.
Andava à volta do castelo…
Resolveu ajudar o mendigo.
Tirou a capa e cortou-a ao meio.
Imensa bondade teve.
No mês de Novembro, o mendigo sorriu.
Havia felicidade no seu coração.
O sol apareceu por causa daquele gesto bom.

Luís Rocha – 2.º C – EB Devesinha

Lenda de São Martinho

Era uma vez um soldado romano que andava a fazer a ronda ao castelo, montado no seu belo cavalo.
Num dia de muita tempestade, no mês de novembro, o soldado Martinho encontrou um mendigo cheio de fome e a tremer de frio.
O soldado olhou para o mendigo e resolveu ajudá-lo. Saltou do cavalo e tirou a capa das suas costas. Pegou na sua espada e cortou a sua capa ao meio. Deu metade da capa ao mendigo, para ele não ter frio.
O mendigo ficou muito feliz com a atitude do soldado, porque assim deixou de sentir frio.
Perante este gesto de bondade do São Martinho, a tempestade desapareceu e surgiu um radioso sol, que aqueceu tudo e todos.
Para festejar este acontecimento, no dia 11 de novembro de todos os anos, fazem-se muitos magustos.
Nós devemos ser como o São Martinho, porque todos devemos ajudar os outros.

Alunos do 2.º ano – turma C – EB Devesinha

domingo, 28 de outubro de 2012

Uma Família Especial

Dramatizamos uma bela história,
História de uma família muito especial,
Especial porque tinha alguém diferente.
Diferente é cada pessoa,
Pessoa idosa, jovem ou criança.
Criança que precisa de todo o amor,
Amor, alegria e imenso apoio,
Apoio dos seus queridos pais.
Pais que ensinam a crescer e a respeitar,
Respeitar a vida e a diferença,
Diferença que deve ser valorizada,
Valorizada no dia-a-dia.
Dia-a-dia em que sentimos a magia,
Magia do saber viver e amar,
Amar a nossa família, que é tão especial!

Alunos do 2.º Ano / Turma C – EB Devesinha

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A Segurança

Hoje vamos convosco falar,
Falar do tema «Segurança»,
Segurança que queremos ter,
Ter em casa, na rua e na escola...
Escola onde brincamos e aprendemos,
Aprendemos a agir e a conhecer,
Conhecer o Plano de Evacuação.
Evacuação em caso de emergência,
Emergência que implica cumprir regras,
Regras que todos temos de saber.
Saber quem é o nosso Chefe de Fila,
Fila em que o último é o Cerra Fila.
Cerra Fila é sempre a professora,
Professora que nos dá orientações,
Orientações para sairmos sem correrias,
Sem correrias, mas apressadamente,
Apressadamente até ao “Ponto de Encontro”.
“Ponto de Encontro” que é no recreio,
No recreio junto ao carvalho grande.
Grande é o número de pessoas,
Pessoas que aí se reúnem,
Reúnem para se defenderem do perigo...
Perigo que pode ser um incêndio,
Incêndio é um dos assuntos,
Assunto que vai ser abordado,
Abordado no filme que vamos ver agora.
Agora prestem muita atenção,
Atenção para agirmos em segurança.

Alunos do 2.º Ano/ Turma C

O nosso nome

Eu sou o Alberto,
um menino esperto.

Eu sou a Beatriz,
uma menina feliz.

Eu sou a Ana,
adoro comer banana.

Eu sou o Dinis,
um belo petiz.

Eu sou o Duarte,
aprecio a arte.

Eu sou o Filipe,
tenho muito apetite.

Eu sou a Francisca,
saboreio uma boa patanisca.

Eu sou o Gonçalo,
canto que é um regalo!

Eu sou o José Miguel,
no cabelo uso gel.

Eu sou o José Pedro,
nunca tenho medo.

Eu sou a Lara,
tenho uma bela cara.

Eu sou a Fabiana,
sou amiga da Juliana.

Eu sou a Letícia,
leio uma notícia.

Eu sou o Luís,
nunca fui a Paris.

Eu sou a Maria,
sinto bastante alegria.

Eu sou a Mariana,
estudo com a Ana.

Eu sou a Matilde,
moro perto de Tagilde.

Eu sou o Miguel,
como pão com mel.

Eu sou o Ricardo,
não carrego nenhum fardo.

Eu sou o Rodrigo,
de todos sou amigo.

Eu sou o Simão,
saboreio mousse de limão.

Eu sou o Simão Pedro,
guardo um bom segredo.

Alunos do 2.º Ano - Turma C - EB Devesinha

A Leontina

Era uma vez uma menina chamada Leontina. Ela tinha uns cabelos loiros encaracolados e uns olhos pretos que brilhavam intensamente.
Ela gostava de passar as mãos nos seus cabelos longos e loiros, como  a cor do Sol, com um ar feroz, ao mesmo tempo que dizia:
- Eu sou a Leontina!
E começava a contar as suas histórias sobre a selva…
Os seus amigos morriam de inveja dos seus cabelos, do seu nome e das histórias que ela contava com muita imaginação.
Um dia, a Leontina não estava na selva, estava na sala de aula… Lá existia um belo e encantador canário! Mas este animal vivia numa gaiola…
A Leontina pensou assim:
- Abro-lhe a gaiola? Não lhe abro a gaiola?
Depois de muito pensar, a menina resolveu a situação.
- Não lhe abro a gaiola, porque quero ouvi-lo cantar, vê-lo comer, dar-lhe comida, vê-lo balançar… Penso que podemos ser os dois felizes, porque somos amigos um do outro.

Rodrigo Rocha