sexta-feira, 17 de maio de 2013

Voando nas "asas criativas de um pincel"...

Neste texto vou imaginar que sou um pintor e, por isso, vão-me ver a falar no masculino, porque a minha professora sugeriu que cada um de nós imaginasse ser um pintor e não uma pintora…

Sou um pintor famoso

Numa tarde de verão, eu despertei com uma ideia fabulosa!... Resolvi pintar um quadro muito especial, na cidade de Paris, junto da Tour Eiffel.
Nessa tarde, peguei nos meus melhores amigos, a tela e o pincel, comecei a pintar a Tour Eiffel. Quando comecei a pintar a tela, fiquei muito admirado, porque a Tour Eiffel começou a falar comigo.
- Olá, meu amigo! Já vi que não és da minha espécie. Não achas que podias mudar-me a cor? Cor-de-rosa, amarelo, talvez, ou azul como o F.C. Porto… Também podias pôr-me brilhante, também podias… - disse a Tour Eiffel.
- Mas tu… tu sabes falar? – perguntei eu.
- Tu, amigo, como te chamas? – questionou a Tour Eiffel.
- Amigo?! – perguntei.
- Tu não és meu amigo? – perguntou a Tour Eiffel.
- Sim. Eu quero ser… - disse eu, mas não consegui acabar a frase.
- Ainda bem que és meu amigo! Quero saber tudo sobre o que é ser pintor! – disse ela, a Tour Eiffel.
- Eu, para pintar, preciso, por exemplo, de…
- De mim, a tela!
- E de mim, o pincel!
- Preciso ainda de uma bata, de uma paleta onde ponho as cores: o vermelho, o azul, o verde, o amarelo, o prateado, o dourado, o cor-de-rosa, cor de laranja, o preto, o branco, o castanho, o violeta, o roxo… E a coisa mais importante é a imaginação! – disse eu, que sou o pintor.
- Imaginação? O que é isso? – perguntou a Tour Eiffel.
- A imaginação é difícil de explicar! – exclamei eu, com dúvidas.
- Mas tenta explicar… - pediu a Tour Eiffel.
- A imaginação é não teres que desenhar ou escrever coisas verdadeiras; é inventar coisas… - disse eu.
- Ao anoitecer levei o meu quadro para casa e o resto do equipamento de pintura.
No dia seguinte, afirmei eu:
- Eu sou um pintor famoso muito criativo! Pintei este quadro mágico que me tornou ainda mais famoso e mais rico! Neste quadro, a minha Tour Eiffel falante ensinou as pessoas francesas a viver numa França cheia de cor e alegria!

Matilde Gaspar – 2.º C

A força das PALAVRAS

Nós estudámos o poema: «A força das palavras», da autoria de Luísa Ducla Soares. Depois inventámos e escrevemos este belo poema! Esperamos que gostem!...

Um domingo domingueiro

Chega o domingo
visto um fato domingueiro.

Tomo banho
numa bela banheira.

Lavo-me com o sabonete
que está na saboneteira.

Limpo-me à toalha
que está pendurada no toalheiro.

Tomo o chá
que está na chaleira.

Depois, como o lanche
que está na lancheira.

Será que com um almoço
faço uma almoçadeira?

Mariana Soares e Ana Sousa - 2.º C

Meios de transporte


- Barco, barco,
onde me vais levar?
- Vou levar-te à Madeira,
para que nas ilhas possas passear.

- Carro, carro,
onde me vais levar?
- Vou levar-te a Coimbra,
para que na universidade possas estudar.

- Comboio, comboio,
onde me vais levar?
- Vou levar-te à cidade do Porto,
para que futebol possas ver jogar.

- Avião, avião,
onde me vais levar?
- Vou levar-te a Lisboa,
para que o Zoo possas apreciar.

- Meios de transporte, meios de transporte,
onde me ides levar?
- Vem connosco, querida amiga,
Portugal todo investigar!

Matilde Gaspar  e Rodrigo Rocha – 2.º C

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sim ou Não?

Estivemos a explorar o poema intitulado: «Sim ou Não?, da autoria da Luísa Ducla Soares. Depois, seguindo a mesma estrutura, cada um de nós produziu um novo poema... Como é divertido ser "poeta"!!!...
Ora leiam o poema da minha autoria... Espero que apreciem!... Ah... Eu sou o Filipe Simões da turma C do 2.º ano, da professora Alda Gonçalves.

Sim ou Não?

Sim, não,
sim, não…
Ou passo fome
ou como um pão.

Sim, não,
sim, não…
Ou viajo de comboio
ou vou de avião.

Sim, não,
Sim, não...
Ou desarrumo a casa
ou limpo o chão.

Sim, não,
sim, não…
Ou vivo numa casa pequena
ou compro um belo casarão.

Sim, não,
sim, não...
Ou estudo muito
ou vejo televisão.

Sim, não,
Sim, não...
O que hei de fazer?
Mas que grande indecisão!

Filipe Simões – 2.º C

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O que está no telhado?

O que está no telhado?
Um gato malhado.

O que está no ninho?
Um passarinho.

O que está na pia?
Uma melancia.

O que está no prato?
Um belo rato.

O que está no céu?
Um lindo chapéu.

O que está junto do martelo?
Um bonito chinelo.

O que está perto da boca?
Uma chata mosca.

O que está no nariz?
Um chafariz.

O que está na mesa?
Um cozido à portuguesa.

O que está na janela?
Uma quente panela.

Lara Monteiro e Dinis Guimarães - 2.º C




Quando eu for adulta...

Quando eu for adulta,
A todos vou ajudar.
Quero ver as crianças e as pessoas
A rir e a brincar!

Quando eu for adulta,
Vou o mundo descobrir.
Vou de avião
E sempre a sorrir!

Quando eu for adulta,
Não vou poluir!
Assim, a Natureza
Vai estar sempre a evoluir!

Quando eu for adulta,
Quero ter um coração feliz!!
Quero ter muitos amigos
Na cidade de Paris.

Matilde Gaspar - 2.º C







Quando eu for adulto

Quando eu for adulto
Quero ser cientista,
Quero investigar o mundo
E ser um grande artista!

Quando eu for adulto
Amigo quero ser,
Vou proteger as crianças
E novas pessoas conhecer!

Quando eu for adulto
O mundo quero conhecer,
Quero ir para outros países
E muitos amigos ter!

Quando eu for adulto
Quero ter uma casa maravilhosa,
Com um carro espetacular
E uma piscina fabulosa!

Filipe Simões - 2.º C