terça-feira, 28 de outubro de 2014

A Maior Flor do Mundo


        Era uma vez um menino que saiu pelos fundos do quintal, saltando como um pintassilgo. Ele passou pelo rio Nilo e depois atravessou um bosque lindo e chegou a um sítio que não tinha nada, apenas lá existia uma flor murcha. Ele quis salvar essa flor… Por isso, fez mil viagens, para ir buscar água ao rio Nilo e, por causa do seu esforço, até lhe escorria sangue pelos seus pés.
        Ele transformou essa flor murcha na MAIOR flor do MUNDO!
        Depois adormeceu e essa flor deixou cair uma das suas pétalas coloridas sobre o menino, como agradecimento por a ter tornado a MAIOR FLOR do MUNDO, com todo o seu carinho.
        Passado algum tempo, os pais ficaram muito preocupados e decidiram procura-lo, até que viram aquela flor e pensaram que o menino estava lá. Eles foram… e o menino estava mesmo lá.
        A partir daí, por onde ele passava toda a gente perguntava e dizia admirada:
        - Como é que uma criança faz uma coisa maior do que o seu tamanho?! Aquela flor é gigante!
        E assim acaba esta linda história!


        Franclim Pereira – 4.º Ano/ Turma E – E.B. Devesinha

       (Reconto da história: «A Maior Flor do Mundo», da autoria de José Saramago)

Reconto da história: «A maior Flor do Mundo», da autoria de José Saramago


A Maior Flor do Mundo

        Sai um menino pelos fundos do quintal, em direção ao grande rio Nilo…
        A certa altura chega a um caminho que não conhecia, parecia estar a entrar no planeta Marte… Ele ficou um bocado indeciso e pensou para si:
        - Vou ou não vou?
        E foi…
        Passado algum tempo, o menino encontrou uma flor murcha, mas como ele tinha bom coração, decidiu salvá-la.
        Regressou ao rio Nilo para oferecer água à pobre flor. Porém, só chegava à flor com três gotas de água de cada vez. Cem mil viagens à Lua ele fez…
        A flor foi crescendo, crescendo… Até que se tornou uma enorme e linda flor!
        Tanto o menino andou, que até os pés dele não aguentavam mais… O menino, tão cansado, adormeceu e a bela flor cobriu-o com uma das suas pétalas perfumadas.
        Os pais, como é costume nestes casos, ficaram muito preocupados! Eles, mais uns vizinhos, foram à descoberta do menino, até que, num determinado momento, encontraram a enorme flor e junto dela estava o menino deitado a dormir.
        Ele foi levado para casa com o maior respeito, pois fez de uma flor murcha, uma gigante e maravilhosa flor!  

        Mariana Soares – 4.º Ano/ Turma E – E.B. Devesinha

       (Reconto da história: «A Maior Flor do Mundo», da autoria de José Saramago)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O Rouxinol

Era uma vez um Imperador que morava num palácio, situado no meio de um jardim, perto de bosques que iam dar diretamente ao mar. As pessoas adoravam ir visitar o Imperador ao seu palácio.
Toda a gentedizia que o que havia de melhor, no império do Imperador, era o canto do Rouxinol.
O Imperador questionou admirado:
- Mas o que eu tenho de melhor é uma coisa que eu não conheço?!
Mandou o seu cavaleiro-às-ordens ir buscar o Rouxinol para o seu palácio.
Depressa o fez. Trouxe o Rouxinol para o palácio e ele começou a cantar. O Imperador chorou de emoção… O Rouxinol recebeu as lágrimas do Imperador…
- Vou dar-te, como recompensa, as minhas chinelas de ouro – disse o Imperador.
- Não, obrigado, já tenho recompensa suficiente – disse o Rouxinol.
Mais tarde, o Imperador recebeu uma encomenda…
- Que tal? – perguntou o trabalhador.
- É maravilhoso!!! – exclamou o Imperador.
Era um rouxinol artificial, feito com ouro, rubis, diamantes, safiras, etc.
Certo dia, o rouxinol avariou e o Imperador adoeceu gravemente.
Sabendo disso, o Rouxinol vivo voltou ao palácio do Imperador, para lhe cantar uma canção.
Como um milagre, a canção do Rouxinol melhorou o Imperador.
- Obrigado, querido pássaro, pois livraste-me da morte e, por isso, vou recompensar-te, prometo – disse o Imperador.
- Obrigado, Imperador!Agora vou voltar para o bosque.
E é assim o final da história: o Imperador e o Rouxinol foram amigos para sempre.

Rodrigo Rocha – 4.º Ano/ Turma E – E.B. Devesinha

A Princesa e a Ervilha

A Princesa e a Ervilha…

Pelo mundo inteiro, viajou o príncipe.
Regressou à pátria muito triste.
Inverno parecia estar, com aquele terrível tempo!
Naquele instante, bateu alguém à porta…
Era uma princesa genuína…
Seria mesmo genuína?
A rainha ficou com dúvidas.

Então, para descobrir se era mesmo princesa…

Apressou-se a correr até ao quarto de hóspedes…

E tirou edredões e colchões e colocou uma ervilha no leito.
Reencontraram a princesa de manhã e perguntaram-lhe como passara a noite.
Virou-se para eles e disse-lhes que não passou nada bem…
Imensamente mal até… tinha uma coisa dura debaixo dela.
Logo souberam que era uma autêntica princesa.
Houve uma grandiosa festa de casamento!
A ervilha foi colocada num museu, onde ainda pode ser vista.


Filipe Simões e Francisca Ribeiro– 4.º Ano/ Turma E – E.B. Devesinha


Eu como fruta!

Eu como fruta!
Para com saúde viver
E muita vitamina ter!

Eu como fruta!
Como melão
Junto com pão.

Eu como fruta!
Ela é fundamental,
Para não me sentir mal.

Eu como fruta!
Ao almoço, ao jantar
E no lanche escolar.

Nós adoramos comer fruta,
Porque nos dá energia
E muita alegria!!!


José Miguel e Maria João – 4.º Ano/ Turma E – E.B. Devesinha

Uma vida saudável


Tenho uma vida saudável
Pratico muito desporto
Bebo bastante água
E cuido bem do corpo.

Tenho uma vida saudável
Como imensos vegetais
Saboreio fruta variada
E comida com sais minerais.

Tenho uma vida saudável
Vou para o mar nadar
E quando estou ao sol
Chego protetor solar.


Maria Carneiro e Luís Rocha – 4.º Ano/ Turma E – E.B. Devesinha

A Ana quer saber!...

A Ana quer saber!...
A Ana faltou dois dias à escola, porque apanhou uma gripe, e ficou muito triste quando soube que não aprendeu coisas novas.
Quando ficou boa, a Ana voltou para a escola e, no intervalo, pediu à Joana, a sua melhor amiga, para a ajudar na preparação da ficha de avaliação. Então, quando tocou a campainha para irem embora, a Joana pediu à mãe para ir para a casa da Ana estudar. Ela disse que sim, se a mãe da sua amiga deixasse… e, sim, deixou.
As duas meninas pegaram nos livros e a Joana começou a dizer:
- Vamos estudar os ossos; é isso que vai sair na ficha. Agora vou ler-te… Presta muita atenção! O esqueleto de um adulto tem 206 ossos e o de um bebé tem 350.
- Aaamm?! 350, um bebé?! Como é que um bebé tem mais ossos que um adulto?
- Pois! A professora disse-nos que um bebé tem mais ossos porque, ao fim de um tempo, os ossos vão-se unindo e acabam por ser 206.
Depois estudaram os ossos do crânio: um frontal, dois parietais, um occipital e dois temporais. Posteriormente, estudaram os ossos da face: dois nasais, dois malares, um maxilar superior, imóvel, e um maxilar inferior, móvel. De seguida, os do tronco: a caixa torácica, o esterno, as costelas, a coluna vertebral, omoplatas. Depois, estudaram os membros superiores: o úmero, o rádio, o cúbito e as falanges. Estudaram, também, os membros inferiores, onde temos o fémur (o maior osso do corpo humano), a tíbia, o perónio…
- Obrigada, Joana! Já sei tudo. Vou ter uma boa nota na ficha! – disse a Ana que, numa hora, estudou muitas coisas novas para ela.


Matilde Gaspar – 4.º Ano/ Turma E – E.B. Devesinha