sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A minha Escola

        Hoje vou falar-vos sobre uma instituição muito importante… Sabem qual é? Claro que é a ESCOLA!
        A minha escola chama-se E.B. Devesinha. Foi construída em 1970 e restaurada em 2007. Tem sete salas de aula bem confortáveis, uma interessante Biblioteca Escolar, uma sala de professores, uma cantina, uma horta pedagógica, canteiros de jardim e de ervas aromáticas, um campo de jogos, que eu adoro, e um grande recreio. Aqui há cinco turmas e, no total, somos cento e sete alunos.
      Gosto imenso de aprender! A minha disciplina preferida é Estudo do Meio, porque aprendemos muito sobre História de Portugal e os seus Reis, sobre o corpo humano (esqueleto, músculos, pele…), sobre os países, distritos, concelhos… e sobre muitos mais assuntos. 
        E qual é a tua disciplina preferida? É Estudo do Meio, por causa de estudares o esqueleto e outros temas? Ou é Matemática, por causa do desafio de resolver problemas? Ou será Português, por causa de escreveres textos muito divertidos? Ou será outra disciplina?
        Quer dizer, para mim, para dizer a verdade, todas as disciplinas são do meu agrado. Gosto de todas, porque são todas divertidas e interessantes! Mas, quando me perguntam, eu respondo sempre Estudo do Meio e, afinal, não sei bem porquê…
        Vou falar-vos também de uma coisa que agora me lembrei… Na Escola da Devesinha, a minha turma, o 4.º E, é a dinamizadora do Projeto: «Regime de Fruta Escolar». Já fizemos uma ação de sensibilização, para que todos ficassem a saber que é muito importante comer fruta diariamente. Distribuímos também um panfleto (que nós fizemos) pelos nossos colegas, para que eles possam partilhar, com os pais, os conhecimentos sobre uma alimentação saudável. Isso foi no mês de outubro. Em novembro apresentámos um teatro de fantoches a toda a escola. Agora já planeámos a atividade do mês de dezembro… Nesse mês mágico, vamos escrever poesia sobre a fruta e acredito que, todos juntos, vamos ser autores de um lindo poema coletivo.
        Nós fazemos muitas atividades em todas as disciplinas e, assim, é mesmo bom aprender!
        Adoro a minha escola: a E.B. Devesinha!
        Agora tenho de terminar este texto e ainda não falei tudo… Fica para a próxima! 

        Inês Leite – 4.º E – E.B. Devesinha

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Projeto: «Regime de Fruta Escolar»

            Nós, os alunos do 4.º E, somos os dinamizadores do Projeto «Regime de Fruta Escolar», na E.B. Devesinha.
            No mês de outubro realizámos uma ação de sensibilização, com apresentação de cartazes informativos, a fim de fazermos com que todos tenham consciência da importância de comermos cerca de três peças de fruta por dia. Elaborámos e apresentámos também um panfleto, para que os nossos amigos divulgassem, junto dos pais, que todos devemos ter uma alimentação saudável.
            Hoje, dia 13 de novembro de 2014, apresentámos o teatro de fantoches intitulado: «À procura dos bons alimentos». Todos os alunos da escola aprenderam muito com o nosso amiguinho “Tomás”, que era a personagem principal e que nos ensinou a selecionar os bons alimentos… Depois divertimo-nos a cantar a canção: «A Ana e as Frutas».
Por fim, estivemos a verificar se os nossos colegas e amigos prestaram atenção a tudo o que tinham visto e ouvido… Ficamos mesmo muito felizes, porque concluímos que todos aprendemos muito, e de uma forma divertida!
Nós comemos FRUTA diariamente! Nós somos CRIANÇAS SAUDÁVEIS! 

Alunos do 4.º E – E. B. Devesinha

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Viva o Magusto Escolar!

 
    Ontem, dia 11 de novembro de 2014, festejámos o S. Martinho e foi mesmo muito divertido!
    A nossa turma, o 4.º E, começou o dia de aulas a explorar a canção: «Há Festa na Escola». Esta foi, aliás, a canção escolhida por todas as turmas. É muito bonita e fácil de cantar!
     Depois fomos para o pavilhão do C.C.D., para realizarmos vários jogos e para dançarmos alegremente ao som da música.
     Mas o momento alto foi mesmo quando acendemos a fogueira para assar as castanhas. Até o S. Pedro nos ajudou, porque fez parar a chuva e apareceu um lindo Sol a brilhar radioso... Ou melhor, sendo neste dia, talvez tivesse sido o S. Martinho que nos quis ajudar...
     As castanhas assadas começaram a ficar prontas e cada um de nós foi, à nossa sala de aula, buscar a sua "Maria Castanha". É verdade, nós fizemos um "cartucho" especial e até lhe demos um nome! Todos os "cartuchos" ficaram bonitos, pois aplicamos diversas técnicas de pintura e fomos muito criativos. Na fotografia que aqui publicamos podem ver alguns!
     Na parte da tarde continuamos a realizar atividades relacionadas com o «Dia de S. Martinho». Recordámos a sua lenda, a qual dramatizámos e recontámos em banda desenhada.
     Viva o «Dia de S. Martinho»! Viva o Magusto Escolar! Viva a alegria, o convívio, a partilha, a aprendizagem!...

     Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha

O Beijo da Palavrinha

        Era uma vez uma menina chamada Maria Poeirinha. Ela vivia com a sua mãe, o seu pai e o seu irmão Zeca Zonzo. Eles nunca tinham visto o mar.
        Um dia, o seu tio Jaime Litorânio fez uma viagem pelo mar e, quando regressou, disse:
        - O mar abriu-me a porta para o futuro!
        O tio Litorânio achava grave não conhecerem o mar, pois o mar faz conhecer o horizonte, ter esperança e faz sentir que a espera vale a pena.
        Em certo momento, Maria Poeirinha adoeceu gravemente.
        O tio Litorânio dizia que a falta de mar tinha provocado a palermice do Zeca Zonzo, a doença de Poeirinha, a fome e a solidão. Ele afirmava:
        - Temos de levar a menina para ver o mar!
        Mas, infelizmente, a menina estava tão fraca e tão pálida que até não conseguia andar, de tão doente que estava. As pessoas já estavam a preparar as despedidas…. Porém, apareceu o irmão, Zeca Zonzo, que trazia um papel e uma caneta. Toda a gente pensava que ele ia desenhar o oceano, mas não. Ele desenhou, com letra grossa, a palavra “Mar”.
        Fez a irmã passar, por cima de cada letra, os seus dedos e disse-lhe:
        - Está sentindo, maninha? Que letra é esta?
        - É um “m”! – respondeu a Maria Poeirinha.
         O seu irmão confirmou:
        - Sim, é um “m”, que parece as ondas do mar.
        - Nós já vimos essas ondas, sim. Já as vimos no rio! – disse a sua irmã, toda emocionada.
        Depois, o irmão perguntou:
        - E, agora, que letrinha é esta, aqui a seguir ao “m”?
        - É um “a”!
        - Muito bem! É um “a” de ave, de uma gaivota que voa por cima do mar! – exclamou o Zeca Zonzo, que de “zonzo” não tinha nada.
         Ele perguntou novamente:
        - E esta, qual é?
        - É um “r”! – diz a Maria Poeirinha.
        O seu irmão disse:
         - É um “r” da rocha que está no mar azul.
         Entretanto, a Maria Poeirinha faleceu…
         Agora, quando o seu irmão olha para a sua fotografia, diz:
         - A minha irmãzinha morreu afogada na ternura de uma palavrinha, no beijo da palavra “Mar”.  


        Inês Leite – 4.º E – E.B. Devesinha
(Reconto da história: «O Beijo da Palavrinha», da autoria de Mia Couto)

Vou para a Escola!


Vou para a escola
Com o colega Simão,
A brincar pelo caminho
E aprendendo a lição.

Vou para a escola
E lá tenho um amigo...
Querem saber quem é?
O seu nome é Rodrigo.

Vou para a escola
Com a menina Alda
E, na hora do recreio,
Brincamos com a Mafalda.

Vou para a escola
Com a Matilde,
A menina que diz
Que mora em Regilde.

Vou para a escola
Com a Margarida
E essa amiga
É a minha preferida.

Inês Leite - 4.º E - E.B. Devesinha

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Alice no País das Maravilhas (2.º excerto) ...Há tantas maneiras diferentes de recontar...

            Alice viu o frasco que dizia: «Bebe-me»… Então, ela lembrou-se de histórias que tinha lido e onde crianças se magoaram por causa de não verificarem se estava escrito «veneno»! Como estava escrita essa palavra, a menina arriscou. Bebeu aquele líquido e sentiu uma sensação estranha… Aquilo sabia a ananás, peru assado, leite-creme, tarte de cereja e a torradas com manteiga.
Ela, quando olhou à sua volta, notou que estava mais pequena, tinha cerca de 60 centímetros, já conseguia entrar naquela pequena porta… Mas a chave estava lá em cima … Naquele momento, a menina encontrou um bolo que dizia: «Come-me».
- Está bem! Se eu crescer, posso ir buscar a chave que está em cima da mesa e, se eu mingar, passo por baixo da porta… Vou comer um bocadinho…
Ela comeu um bocado e não aconteceu nada e, por isso, decidiu comer o bolo todo. Assim, ela ficou a medir 3 metros.
Apareceu lá, depois, o Coelho fofo e a Alice disse-lhe:
- Olá, Coelho! Vai uma ajudinha?!
Mas o Coelho desapareceu num instante e deixou um leque e duas luvas.
A menina Alice começou a abanar o leque e a falar. A seguir olhou para as suas mãos e reparou que estava com as luvas que o coelho tinha deixado…
Como é que ela podia estar com as luvas nas suas mãos, se elas eram tão pequenas e ela era tão grande?!
 
Quando se apercebeu que o leque era mágico e que, quanto mais o abanasse, mais pequena ficava, ela parou. Nesse momento verificou que já estava com a água até ao pescoço e viu um rato a nadar na água formada pelas lágrimas que tinha chorado, quando era grande. Alice foi ter com o rato e perguntou se ele tinha visto a sua gata, a Diná, e ele ficou com medo. Ela decidiu falar de um cão que vivia ao pé da casa dela, que tinha um dono que era pastor e que lhe disse que era um animal muito útil, porque caçava bem os ratos.
Então, a Alice reparou que lá em baixo havia um pato, um dodó e uma água pequena. Ela ouviu o rato a dizer que lhes ia contar a história em que explicava por que tinha medo de cães e de gatos. A história tinha muitas palavras complicadas e os animais foram todos embora e apenas ficou a Alice a ouvir aquela história… 

Agora temos de esperar até segunda-feira para, na «Hora do Conto», ouvirmos a continuação desta história cheia de aventuras. O que irá acontecer mais à Alice? 

Rodrigo Rocha e Luís Rocha –  4.º E – E.B. Devesinha

Alice no País das Maravilhas (2.º excerto)

           Por acaso o frasco, que Alice encontrou, não dizia «veneno», mas ela fez bem em examiná-lo, pois havia histórias em que as crianças se queimaram ou foram devoradas por animais, porque não davam ouvidos aos adultos.
Alice provou o líquido e achou-o delicioso, pois tinha uma grande variedade de sabores que ela adorava. A menina começou a mingar e reparou que já cabia na porta, mas a porta estava fechada e a chave estava em cima da mesa. Como estava pequenina, não chegava à chave. Então começou a tentar trepar a mesa, contudo acabava sempre por escorregar. Começou, depois, a chorar, até que disse para si mesma, como faz muitas vezes:
- Para, Alice, para! Tu não és um bebé!
Deu conta que ao pé da mesa estava um bolo que dizia: «Come-me». Decidiu comê-lo pois, se a fizesse crescer, chegaria à mesa e pegaria na chave e, se mingasse ainda mais, passaria por baixo da porta. Deu-lhe uma trinca, mas nada aconteceu… Comeu-o todo e começou a crescer, a crescer, até que: “pum”… bateu com a cabeça no teto. Aí sim… chorou, chorou, e criou um lago que chegava ao meio da sala.
Passou, de repente, o Coelho que tinha, numa mão, umas luvas brancas e, na outra, um leque. O coelho deixou cair as duas coisas e ela apanhou-as. Começou a falar para si mesma, enquanto abanava o leque sobre ela.
Quando deu conta, tinha as luvas calçadas e a água dava-lhe pelo pescoço. Tinha diminuído.
Passou um rato e ela perguntou:
- Gostas de gatos?
E o rato escondeu-se debaixo de água…
             - Perdão não te queria ofender. Mas olha que eu tenho uma gata, a Diná, é tão fofinha, calma e caça os ratos melhor que ninguém.
O rato ficou com os pelos em pé…
- Desculpa, desculpa. Falaremos de cães. Há um cão que é de um lavrador, que caça tudo o que alcança. Dizem que dá jeito, porque mata todas as ratazanas.
O rato fugiu para a costa. A menina seguiu-o, pois agora o lago estava cheio de animais. Alice ajudou-os, levando-os para a margem.
O rato decidiu contar histórias que eram uma seca, pois os animais estavam molhados e precisavam de se secar. Ele começou a contar uma história e, aos poucos, todos se foram embora… 

A continuação da história só saberemos na próxima segunda-feira, na «Hora do Conto». Que outras aventuras  irá viver a Alice no País das Maravilhas? 

Matilde Gaspar e Maria João Carneiro –  4.º E – E.B. Devesinha