Quero ser teu amigo,
Aqui e em qualquer lugar.
Quero brincar contigo
E conjugar o verbo partilhar.
Quero ser tua amiga
No caminho para a escola.
Quero caminhar contigo,
Tendo às costas a sacola.
Quero ser teu amigo
No recreio escolar.
Quero jogar contigo
A correr e a saltar.
Quero ser tua amiga
Na nossa biblioteca inovadora.
Quero pesquisar contigo
E ser uma estudante promissora.
Quero ser teu amigo
Dentro da sala a estudar.
Quero crescer contigo
E minha sabedoria ampliar.
Queremos ser vossos amigos,
Aqui e em qualquer lugar.
Queremos ter uma verdadeira amizade,
Que nunca possa acabar.
VIVA a AMIZADE!!!
Alunos do 4.º E – E.B. Devesinha
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
História de um Papagaio
Que linda história
Há algum tempo li:
«História de um Papagaio»
Com a qual muito me diverti!
Regressou do Brasil,
À sua Terra Natal,
Um pobre emigrante
Com um papagaio especial.
Foi para a feira
E um lavrador impressionou.
O lavrador ficou convencido
E o papagaio comprou.
O lavrador, em sua casa,
Uma coisa percebeu:
Tinha sido enganado
Por quem o papagaio lhe vendeu.
Esta fantástica história
Ensina-nos uma lição:
Não nos devemos achar espertos,
Temos de agir com precaução!
Rodrigo Rocha – 4.º E
Há algum tempo li:
«História de um Papagaio»
Com a qual muito me diverti!
Regressou do Brasil,
À sua Terra Natal,
Um pobre emigrante
Com um papagaio especial.
Foi para a feira
E um lavrador impressionou.
O lavrador ficou convencido
E o papagaio comprou.
O lavrador, em sua casa,
Uma coisa percebeu:
Tinha sido enganado
Por quem o papagaio lhe vendeu.
Esta fantástica história
Ensina-nos uma lição:
Não nos devemos achar espertos,
Temos de agir com precaução!
Rodrigo Rocha – 4.º E
O Segredo do Rio
Na altura da Primavera
As árvores, os frutos davam:
Peras e maçãs vermelhas.
E, no lindo céu azul,
Muitas aves voavam.
Também havia um rio
Onde o rapaz se divertia.
Ele começou a ter um segredo,
Um segredo repleto de magia…
Encontrou um peixe carpa
Vindo de um aquário pequeno.
O seu dono tratava bem dele…
Mas a carpa foi ficando maior
E teve de mudar de terreno.
O peixe foi ter a um rio,
Ao rio daquele rapaz…
Eles tornaram-se amigos
E criaram muita paz.
Chegou a época do calor
E os campos ficaram secos…
Então, a família do rapaz
Ficou bastante triste,
Por não ter alimentos!
O pai daquele menino
A carpa queria matar…
Contudo, o rapaz ouviu
E a carpa foi avisar.
A carpa foi embora dali.
Porém, depois regressou,
Trazendo comida em lata
Para toda a família do rapaz,
Que muito feliz ficou!
E, com todos assim contentes,
Acaba esta fantástica história,
Que guarda um segredo num rio,
Ficando para sempre na memória.
Mariana Soares e Letícia Duarte – 4.º E
As árvores, os frutos davam:
Peras e maçãs vermelhas.
E, no lindo céu azul,
Muitas aves voavam.
Também havia um rio
Onde o rapaz se divertia.
Ele começou a ter um segredo,
Um segredo repleto de magia…
Encontrou um peixe carpa
Vindo de um aquário pequeno.
O seu dono tratava bem dele…
Mas a carpa foi ficando maior
E teve de mudar de terreno.
O peixe foi ter a um rio,
Ao rio daquele rapaz…
Eles tornaram-se amigos
E criaram muita paz.
Chegou a época do calor
E os campos ficaram secos…
Então, a família do rapaz
Ficou bastante triste,
Por não ter alimentos!
O pai daquele menino
A carpa queria matar…
Contudo, o rapaz ouviu
E a carpa foi avisar.
A carpa foi embora dali.
Porém, depois regressou,
Trazendo comida em lata
Para toda a família do rapaz,
Que muito feliz ficou!
E, com todos assim contentes,
Acaba esta fantástica história,
Que guarda um segredo num rio,
Ficando para sempre na memória.
Mariana Soares e Letícia Duarte – 4.º E
O Passado Local
Em verso e em rima
Vos vou descrever
Alguns objetos
Para o passado não esquecer.
Os cântaros usavam
Para água recolher
Nas fontes ou nos rios…
Assim, poderiam beber.
Para luz haver,
Usavam o lampião
E, desta forma, funcionava
O sistema de iluminação.
Cantavam e dançavam
«O Ratinho», «Vira» e o «Malhão»…
E o Rancho Folclórico
Continuou a tradição.
As mulheres dos antepassados
Saias com muita roda usavam,
Vermelhas, pretas, brancas…
Muito bem lhes ficavam!
Foi a Professora Olívia Alves
Que tudo me explicou.
Por isso, muito obrigada,
Por tudo que me ensinou!
Matilde Gaspar – 4.º E
Vos vou descrever
Alguns objetos
Para o passado não esquecer.
Os cântaros usavam
Para água recolher
Nas fontes ou nos rios…
Assim, poderiam beber.
Para luz haver,
Usavam o lampião
E, desta forma, funcionava
O sistema de iluminação.
Cantavam e dançavam
«O Ratinho», «Vira» e o «Malhão»…
E o Rancho Folclórico
Continuou a tradição.
As mulheres dos antepassados
Saias com muita roda usavam,
Vermelhas, pretas, brancas…
Muito bem lhes ficavam!
Foi a Professora Olívia Alves
Que tudo me explicou.
Por isso, muito obrigada,
Por tudo que me ensinou!
Matilde Gaspar – 4.º E
Alunos visitam Museu Etnográfico de Santa Eulália
No dia 27 de Janeiro de 2015, os alunos dos 3.º e 4.º anos da Escola da Devesinha visitaram a Sede e o Museu do Rancho Folclórico de Santa Eulália.
A visita de estudo decorreu desde as 15 às 16 horas e foi orientada pela professora Olívia Alves.
Durante esta atividade, os alunos ficaram a conhecer melhor a vida dos seus antepassados, os seus costumes, o vestuário que usavam, os instrumentos de trabalho, os objetos utilizados na cozinha, os utensílios de iluminação, as danças e cantares…
Todas as crianças ficaram a saber que o Rancho Folclórico de Santa Eulália foi criado no ano de 1984 e, atualmente, é formado por 50 a 60 elementos (crianças e adultos).
Foi uma visita de estudo muito interessante e enriquecedora, porque ampliou os conhecimentos dos alunos, os quais se sentiram bastante entusiasmados com esta atividade.
alunos e as professoras agradecem a disponibilidade dos responsáveis do Rancho Folclórico de Santa Eulália.
Alunos do 4.º E – E.B. Devesinha
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
O Gigante Egoísta
Era uma vez um belo e enorme jardim, que se situava à beira de um maravilhoso castelo, no qual morava o Gigante Egoísta. As crianças adoravam ir para lá brincar, no final das aulas, pois tratava-se de um jardim perfumado, encantador e esplêndido. Enfim, não há palavras para descrever a beleza daquele magnífico jardim. Elas gostavam imenso de lá praticar “milhares e milhares” de jogos. Também adoravam quando paravam as suas brincadeiras e ficavam a apreciar o deslumbrante cantar dos passarinhos.
No lado esquerdo do jardim havia tantas árvores, parecendo haver ali uma floresta tropical. No lado esquerdo existiam muitas flores…
Certo dia, o Gigante Egoísta voltou ao seu castelo, após sete anos de ausência. Ele tinha ido visitar o seu amigo Ogre da Cornualha, ficando em sua casa durante esse tempo todo. Quando chegou, disse irritadamente, com voz grossa:
- Ninguém tem o direito de vir para o meu jardim! Ouviram? O jardim é meu!!!
Ao ouviram o Gigante tão zangado, todas as crianças fugiram aterrorizadas. O Gigante construiu, então, um grande muro e colocou o seguinte aviso: «É proibida a entrada de pessoas! Proceder-se-á contra os transgressores!»
Passados dias, a primavera chegou, porém no belo jardim do Gigante Egoísta permanecia o inverno. Ele não compreendia e lamentava-se…
Apenas o vento norte, a neve e a geada gostavam de viver naquele jardim invernoso.
No entanto, uns dias mais tarde, o Gigante reparou que o jardim voltou a estar cheio de flores… E, quando viu que as crianças tinham entrado, percebeu tudo… De repente reparou que no canto mais afastado do jardim era, ainda, inverno… Olhou atentamente e visualizou um pequenino menino que chorava, por não conseguir subir a uma árvore. Então, o Gigante ficou com pena e desceu rapidamente as escadas para o ajudar. Nesse momento, as restantes crianças fugiram, ficando outra vez inverno. Mas aquele rapaz, como tinha tantas lágrimas nos olhos, não o conseguiu ver atempadamente… O Gigante pegou no menino e colocou-o no ramo da árvore. O menino deu-lhe um beijo e um abraço. As crianças, ao verem que o Gigante já não era mau, regressaram para o jardim e tudo voltou a florescer. O Gigante derrubou o muro com uma picareta, para que as crianças pudessem ir para lá brincar.
Os anos foram passando e o Gigante foi envelhecendo e nunca mais viu aquele menino de quem tanto gostava. Ele perguntava às crianças por ele, mas elas não sabiam…
Certo dia, o menino apareceu, com chagas nas mãos e nos pés... O Gigante disse que iria castigar quem lhe fez mal, mas o menino respondeu que isso não interessava. Afirmou também que, por ele ter partilhado o seu jardim, iria, agora, levá-lo para o Paraíso.
Quando as outras crianças regressaram da escola, viram que o Gigante tinha falecido, estando coberto com belíssimas flores brancas.
Lara Fabiana Ferreira – 4.º E – E.B. Devesinha
No lado esquerdo do jardim havia tantas árvores, parecendo haver ali uma floresta tropical. No lado esquerdo existiam muitas flores…
Certo dia, o Gigante Egoísta voltou ao seu castelo, após sete anos de ausência. Ele tinha ido visitar o seu amigo Ogre da Cornualha, ficando em sua casa durante esse tempo todo. Quando chegou, disse irritadamente, com voz grossa:
- Ninguém tem o direito de vir para o meu jardim! Ouviram? O jardim é meu!!!
Ao ouviram o Gigante tão zangado, todas as crianças fugiram aterrorizadas. O Gigante construiu, então, um grande muro e colocou o seguinte aviso: «É proibida a entrada de pessoas! Proceder-se-á contra os transgressores!»
Passados dias, a primavera chegou, porém no belo jardim do Gigante Egoísta permanecia o inverno. Ele não compreendia e lamentava-se…
Apenas o vento norte, a neve e a geada gostavam de viver naquele jardim invernoso.
No entanto, uns dias mais tarde, o Gigante reparou que o jardim voltou a estar cheio de flores… E, quando viu que as crianças tinham entrado, percebeu tudo… De repente reparou que no canto mais afastado do jardim era, ainda, inverno… Olhou atentamente e visualizou um pequenino menino que chorava, por não conseguir subir a uma árvore. Então, o Gigante ficou com pena e desceu rapidamente as escadas para o ajudar. Nesse momento, as restantes crianças fugiram, ficando outra vez inverno. Mas aquele rapaz, como tinha tantas lágrimas nos olhos, não o conseguiu ver atempadamente… O Gigante pegou no menino e colocou-o no ramo da árvore. O menino deu-lhe um beijo e um abraço. As crianças, ao verem que o Gigante já não era mau, regressaram para o jardim e tudo voltou a florescer. O Gigante derrubou o muro com uma picareta, para que as crianças pudessem ir para lá brincar.
Os anos foram passando e o Gigante foi envelhecendo e nunca mais viu aquele menino de quem tanto gostava. Ele perguntava às crianças por ele, mas elas não sabiam…
Certo dia, o menino apareceu, com chagas nas mãos e nos pés... O Gigante disse que iria castigar quem lhe fez mal, mas o menino respondeu que isso não interessava. Afirmou também que, por ele ter partilhado o seu jardim, iria, agora, levá-lo para o Paraíso.
Quando as outras crianças regressaram da escola, viram que o Gigante tinha falecido, estando coberto com belíssimas flores brancas.
Lara Fabiana Ferreira – 4.º E – E.B. Devesinha
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
O Gigante Egoísta
Estamos a explorar a história: «O Gigante Egoísta», da autoria do escritor Oscar Wilde... Esta história faz-nos refletir sobre o comportamento humano, pois fala-nos de um Gigante que, inicialmente, era incapaz de partilhar e, por isso mesmo, vivia sozinho e infeliz... A sua vida era fria e cinzenta como o inverno... Até que um dia a atitude de carinho de um gracioso menino atingiu o coração cruel do Gigante e o transformou para sempre... A partir desse momento, o Gigante passou a saber partilhar a beleza do seu jardim e a alegria das brincadeiras das crianças... Desta forma, ele conseguiu ter uma vida feliz!...
Não percam a oportunidade de ler esta lela história!!!
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