Sou teu amigo!
Contigo vou estudar
E depois brincar.
Sou teu amigo!
Contigo vou ler
E depois escrever.
Sou teu amigo!
Contigo vou desenhar
E depois pintar.
Sou teu amigo!
Contigo vou passear
E ver os golfinhos nadar.
Sou teu amigo!
Contigo vou sorrir,
Depois de me divertir.
Sou teu amigo!
Contigo vou crescer
E muito aprender.
É maravilhoso
Amigos ter
E feliz viver!
José Miguel Freitas – 4.º E – E.B. Devesinha
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Ser amigo é…
Ser amigo é…
Ser capaz de ajudar
E a todos respeitar!
Ser amigo é…
Ser capaz de escutar
Antes de falar.
Ser amigo é…
Com os outros brincar
Para os alegrar!
Ser amigo é…
Ter felicidade
E muita amizade!
Quero ser tua amiga
E minha amizade ampliar.
Quero crescer contigo
E a vida abraçar…
Francisca Ribeiro – 4.º E – E.B. Devesinha
Ser capaz de ajudar
E a todos respeitar!
Ser amigo é…
Ser capaz de escutar
Antes de falar.
Ser amigo é…
Com os outros brincar
Para os alegrar!
Ser amigo é…
Ter felicidade
E muita amizade!
Quero ser tua amiga
E minha amizade ampliar.
Quero crescer contigo
E a vida abraçar…
Francisca Ribeiro – 4.º E – E.B. Devesinha
A alegria da amizade!
A alegria da amizade
É aprender a amar,
Dar carinho aos outros
E saber partilhar!
A alegria da amizade
É utilizar o respeito,
Agradecer a todos
Tudo o que nos têm feito!
A alegria da amizade
É ter uma preciosa magia,
Ajudarmo-nos uns aos outros
E viver em harmonia!
A alegria da amizade
É a companhia ofertar,
Dar todas as nossas energias
Para tudo bem ficar!
A alegria da nossa amizade
É aprender a partilhar,
Auxiliar as pessoas
E a nossa felicidade aumentar!
Ricardo Filipe Ferreira – 4.º E – E.B. Devesinha
É aprender a amar,
Dar carinho aos outros
E saber partilhar!
A alegria da amizade
É utilizar o respeito,
Agradecer a todos
Tudo o que nos têm feito!
A alegria da amizade
É ter uma preciosa magia,
Ajudarmo-nos uns aos outros
E viver em harmonia!
A alegria da amizade
É a companhia ofertar,
Dar todas as nossas energias
Para tudo bem ficar!
A alegria da nossa amizade
É aprender a partilhar,
Auxiliar as pessoas
E a nossa felicidade aumentar!
Ricardo Filipe Ferreira – 4.º E – E.B. Devesinha
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Queremos ser vossos amigos!
Quero ser teu amigo,
Aqui e em qualquer lugar.
Quero brincar contigo
E conjugar o verbo partilhar.
Quero ser tua amiga
No caminho para a escola.
Quero caminhar contigo,
Tendo às costas a sacola.
Quero ser teu amigo
No recreio escolar.
Quero jogar contigo
A correr e a saltar.
Quero ser tua amiga
Na nossa biblioteca inovadora.
Quero pesquisar contigo
E ser uma estudante promissora.
Quero ser teu amigo
Dentro da sala a estudar.
Quero crescer contigo
E minha sabedoria ampliar.
Queremos ser vossos amigos,
Aqui e em qualquer lugar.
Queremos ter uma verdadeira amizade,
Que nunca possa acabar.
VIVA a AMIZADE!!!
Alunos do 4.º E – E.B. Devesinha
Aqui e em qualquer lugar.
Quero brincar contigo
E conjugar o verbo partilhar.
Quero ser tua amiga
No caminho para a escola.
Quero caminhar contigo,
Tendo às costas a sacola.
Quero ser teu amigo
No recreio escolar.
Quero jogar contigo
A correr e a saltar.
Quero ser tua amiga
Na nossa biblioteca inovadora.
Quero pesquisar contigo
E ser uma estudante promissora.
Quero ser teu amigo
Dentro da sala a estudar.
Quero crescer contigo
E minha sabedoria ampliar.
Queremos ser vossos amigos,
Aqui e em qualquer lugar.
Queremos ter uma verdadeira amizade,
Que nunca possa acabar.
VIVA a AMIZADE!!!
Alunos do 4.º E – E.B. Devesinha
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
História de um Papagaio
Que linda história
Há algum tempo li:
«História de um Papagaio»
Com a qual muito me diverti!
Regressou do Brasil,
À sua Terra Natal,
Um pobre emigrante
Com um papagaio especial.
Foi para a feira
E um lavrador impressionou.
O lavrador ficou convencido
E o papagaio comprou.
O lavrador, em sua casa,
Uma coisa percebeu:
Tinha sido enganado
Por quem o papagaio lhe vendeu.
Esta fantástica história
Ensina-nos uma lição:
Não nos devemos achar espertos,
Temos de agir com precaução!
Rodrigo Rocha – 4.º E
Há algum tempo li:
«História de um Papagaio»
Com a qual muito me diverti!
Regressou do Brasil,
À sua Terra Natal,
Um pobre emigrante
Com um papagaio especial.
Foi para a feira
E um lavrador impressionou.
O lavrador ficou convencido
E o papagaio comprou.
O lavrador, em sua casa,
Uma coisa percebeu:
Tinha sido enganado
Por quem o papagaio lhe vendeu.
Esta fantástica história
Ensina-nos uma lição:
Não nos devemos achar espertos,
Temos de agir com precaução!
Rodrigo Rocha – 4.º E
O Segredo do Rio
Na altura da Primavera
As árvores, os frutos davam:
Peras e maçãs vermelhas.
E, no lindo céu azul,
Muitas aves voavam.
Também havia um rio
Onde o rapaz se divertia.
Ele começou a ter um segredo,
Um segredo repleto de magia…
Encontrou um peixe carpa
Vindo de um aquário pequeno.
O seu dono tratava bem dele…
Mas a carpa foi ficando maior
E teve de mudar de terreno.
O peixe foi ter a um rio,
Ao rio daquele rapaz…
Eles tornaram-se amigos
E criaram muita paz.
Chegou a época do calor
E os campos ficaram secos…
Então, a família do rapaz
Ficou bastante triste,
Por não ter alimentos!
O pai daquele menino
A carpa queria matar…
Contudo, o rapaz ouviu
E a carpa foi avisar.
A carpa foi embora dali.
Porém, depois regressou,
Trazendo comida em lata
Para toda a família do rapaz,
Que muito feliz ficou!
E, com todos assim contentes,
Acaba esta fantástica história,
Que guarda um segredo num rio,
Ficando para sempre na memória.
Mariana Soares e Letícia Duarte – 4.º E
As árvores, os frutos davam:
Peras e maçãs vermelhas.
E, no lindo céu azul,
Muitas aves voavam.
Também havia um rio
Onde o rapaz se divertia.
Ele começou a ter um segredo,
Um segredo repleto de magia…
Encontrou um peixe carpa
Vindo de um aquário pequeno.
O seu dono tratava bem dele…
Mas a carpa foi ficando maior
E teve de mudar de terreno.
O peixe foi ter a um rio,
Ao rio daquele rapaz…
Eles tornaram-se amigos
E criaram muita paz.
Chegou a época do calor
E os campos ficaram secos…
Então, a família do rapaz
Ficou bastante triste,
Por não ter alimentos!
O pai daquele menino
A carpa queria matar…
Contudo, o rapaz ouviu
E a carpa foi avisar.
A carpa foi embora dali.
Porém, depois regressou,
Trazendo comida em lata
Para toda a família do rapaz,
Que muito feliz ficou!
E, com todos assim contentes,
Acaba esta fantástica história,
Que guarda um segredo num rio,
Ficando para sempre na memória.
Mariana Soares e Letícia Duarte – 4.º E
O Passado Local
Em verso e em rima
Vos vou descrever
Alguns objetos
Para o passado não esquecer.
Os cântaros usavam
Para água recolher
Nas fontes ou nos rios…
Assim, poderiam beber.
Para luz haver,
Usavam o lampião
E, desta forma, funcionava
O sistema de iluminação.
Cantavam e dançavam
«O Ratinho», «Vira» e o «Malhão»…
E o Rancho Folclórico
Continuou a tradição.
As mulheres dos antepassados
Saias com muita roda usavam,
Vermelhas, pretas, brancas…
Muito bem lhes ficavam!
Foi a Professora Olívia Alves
Que tudo me explicou.
Por isso, muito obrigada,
Por tudo que me ensinou!
Matilde Gaspar – 4.º E
Vos vou descrever
Alguns objetos
Para o passado não esquecer.
Os cântaros usavam
Para água recolher
Nas fontes ou nos rios…
Assim, poderiam beber.
Para luz haver,
Usavam o lampião
E, desta forma, funcionava
O sistema de iluminação.
Cantavam e dançavam
«O Ratinho», «Vira» e o «Malhão»…
E o Rancho Folclórico
Continuou a tradição.
As mulheres dos antepassados
Saias com muita roda usavam,
Vermelhas, pretas, brancas…
Muito bem lhes ficavam!
Foi a Professora Olívia Alves
Que tudo me explicou.
Por isso, muito obrigada,
Por tudo que me ensinou!
Matilde Gaspar – 4.º E
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