Ao longo dos meses do ano letivo de 2014/2015, nós temos vindo a realizar diversas atividades para sensibilizar a comunidade educativa para a importância do consumo da fruta, e não só!... O nosso objetivo é pôr todos a refletir sobre os alimentos que são saudáveis, pois queremos que todos tenhamos muita saúde. É mesmo muito importante que todos tenhamos uma alimentação completa, variada e equilibrada. Para isso, devemos respeitar a «Roda dos Alimentos».
Neste mês, no dia quatro de março de 2015, a nossa turma apresentou, às restantes, uma peça de teatro intitulada: «Uma Alimentação Saudável». Esperamos que todos tenham apreciado e que tenham aprendido a alimentar-se bem todos os dias.
4.º E – E.B. Devesinha
domingo, 8 de março de 2015
«Trinta por uma Linha», da autoria de António Torrado
António Torrado é um escritor que nos delicia com as suas histórias!... Já tivemos a oportunidade de ler e explorar vários textos da sua autoria e é sempre tão bom!
Recentemente tivemos o prazer de conhecer mais um texto do seu livro «Trinta por uma linha»... Trata-se da história intitulada «Trocas e baldrocas». Foi um prazer desenvolver diferentes atividades, tendo por base um enredo tão interessante! Assim sendo, ficámos motivados para dar "asas à imaginação", ou seja, todos nós produzimos textos que contemplam "trocas e mais trocas", ou melhor, "trocas e baldrocas"...
Nós divertimo-nos a escrever e a aprender...
Aqui vamos partilhar alguns dos textos... Esperamos que os apreciem!
Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha
Recentemente tivemos o prazer de conhecer mais um texto do seu livro «Trinta por uma linha»... Trata-se da história intitulada «Trocas e baldrocas». Foi um prazer desenvolver diferentes atividades, tendo por base um enredo tão interessante! Assim sendo, ficámos motivados para dar "asas à imaginação", ou seja, todos nós produzimos textos que contemplam "trocas e mais trocas", ou melhor, "trocas e baldrocas"...
Nós divertimo-nos a escrever e a aprender...
Aqui vamos partilhar alguns dos textos... Esperamos que os apreciem!
Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha
Trocas e baldrocas (Simão Paulo)
Num dia cheio de sol, o Pedro perdeu a sua borracha, ou melhor, ele trocou-a. Depois de ter trocado a
borracha por uma caneta novinha, por estrear, é que achou que tinha perdido com a troca que fez.Ele quis desfazer o negócio junto do Gonçalo, pois ele tinha ficado com a borracha jeitosa, por estrear, mesmo novinha.
- Quero de novo a minha borracha! E ficas tu com a tua esferográfica – disse o Pedro ao Gonçalo.
- Eu já não a tenho – respondeu o Gonçalo. – Troquei-a por este boneco falante. Quem tem a tua borracha é o Alberto.
O Pedro foi ter com o Alberto, que estava a jogar basquetebol.
- Tens a minha borracha? – perguntou o Pedro.
- Passa, Simão, passa!! – gritou o Alberto.
- Tens a minha borracha? – perguntou, novamente, o Pedro.
- Goooooooooolo! – gritou entusiasmado o Alberto. – 32 / 23!- Tens a minha borracha? – perguntou, pela terceira vez, o Pedro, todo furioso.
- Afinal, o que é que tu queres? – questionou o Alberto.
- Quero de volta a minha borracha – disse o Pedro.
- Eu já não a tenho – disse o Alberto. – Troquei-a por esta bola de basquetebol. Quem a tem agora é o Nuno.
Então, o Pedro foi ter com o Nuno e perguntou:
- Ainda tens a minha borracha?
- Não – disse o Nuno.
- Então, quem é que a tem? – perguntou o Pedro.
- É o Gonçalo que a tem – respondeu o Nuno.
Seguidamente, o Pedro foi ter com o Gonçalo.
- Ainda tens a minha borracha? – questionou o Pedro.
- Ia trocá-la agora com o José – disse o Gonçalo.
Nesse momento, o Pedro foi buscar, ao fundo da algibeira, uma mota pequena.
- Troco-te esta mota pela borracha – propôs o Pedro.
Trocaram, afinal, a borracha pela mota. Que alívio para o Pedro!
Mas, quando virou costas ao Gonçalo, sentiu-se triste, pois gostava de brincar todos os dias com a mota, no seu quarto…
Como podemos ver, não devemos fazer trocas, porque depois sentimo-nos insatisfeitos…
Simão Freitas – 4.º E – E.B. Devesinha
borracha por uma caneta novinha, por estrear, é que achou que tinha perdido com a troca que fez.Ele quis desfazer o negócio junto do Gonçalo, pois ele tinha ficado com a borracha jeitosa, por estrear, mesmo novinha.
- Quero de novo a minha borracha! E ficas tu com a tua esferográfica – disse o Pedro ao Gonçalo.
- Eu já não a tenho – respondeu o Gonçalo. – Troquei-a por este boneco falante. Quem tem a tua borracha é o Alberto.
O Pedro foi ter com o Alberto, que estava a jogar basquetebol.
- Tens a minha borracha? – perguntou o Pedro.
- Passa, Simão, passa!! – gritou o Alberto.
- Tens a minha borracha? – perguntou, novamente, o Pedro.
- Goooooooooolo! – gritou entusiasmado o Alberto. – 32 / 23!- Tens a minha borracha? – perguntou, pela terceira vez, o Pedro, todo furioso.
- Afinal, o que é que tu queres? – questionou o Alberto.
- Quero de volta a minha borracha – disse o Pedro.
- Eu já não a tenho – disse o Alberto. – Troquei-a por esta bola de basquetebol. Quem a tem agora é o Nuno.
Então, o Pedro foi ter com o Nuno e perguntou:
- Ainda tens a minha borracha?
- Não – disse o Nuno.
- Então, quem é que a tem? – perguntou o Pedro.
- É o Gonçalo que a tem – respondeu o Nuno.
Seguidamente, o Pedro foi ter com o Gonçalo.
- Ainda tens a minha borracha? – questionou o Pedro.
- Ia trocá-la agora com o José – disse o Gonçalo.
Nesse momento, o Pedro foi buscar, ao fundo da algibeira, uma mota pequena.
- Troco-te esta mota pela borracha – propôs o Pedro.
Trocaram, afinal, a borracha pela mota. Que alívio para o Pedro!
Mas, quando virou costas ao Gonçalo, sentiu-se triste, pois gostava de brincar todos os dias com a mota, no seu quarto…
Como podemos ver, não devemos fazer trocas, porque depois sentimo-nos insatisfeitos…
Simão Freitas – 4.º E – E.B. Devesinha
quarta-feira, 4 de março de 2015
Trocas e baldrocas (Letícia)
Estava eu sozinha numa ilha, completamente deserta, sem ninguém em meu redor. Nesse dia, o sol estava escaldante, o mar estava calmo, a maré estava baixa… Decidi descansar… No entanto ouvi um som tão suave, um som que me fez lembrar a voz de um golfinho. Abri os olhos e dei um salto tão grande! Assustada, recuei lentamente e gaguejei:
- Tuuuuuu!!... Falaaaaas?!O golfinho era cor-de-rosa brilhante, era uma fêmea, e exclamou:
- Não te assustes, não te faço mal! Apenas estava aqui a pensar em mudar a cor do mar, a cor do céu, a cor das nuvens, a cor do Sol… Contudo, eu não tenho tinta. Tu tens, por acaso?
Já com alguma confiança, eu respondi:
- Desculpa, não tenho nenhuma tinta, mas posso procurar pela ilha… Pode ser que encontre!
Andei, andei e, ao rodear uma árvore, olhei para cima e vi latas penduradas: uma lata de tinta azul, uma de tinta amarela, e uma lata de tinta branca. Fui logo, a correr, contar ao golfinho. A nossa sorte foi que as tintas já tinham pincéis.
Começámos a pintar. Com o amarelo pintámos o mar, com o branco colorimos a parte exterior dos cocos e a parte mais difícil foi pintar o alto Sol. Tivemos de usar uma corda enorme e… TLIM…TLAM…
Então, o golfinho perguntou, todo animado:
- Voltamos a pintar? Voltamos às trocas? Voltamos a fazer trocas e baldrocas?! É divertido mudar as cores das coisas reais!
E lá voltámos nós a trocar as cores. Trocámos e voltamos a trocar… Até que o mar ficou azul, o Sol ficou amarelo as nuvens ficaram brancas, etc.
De tão cansados que estávamos, adormecemos a pensar em mudar sempre as cores… Um arco-íris cobriu-nos, fazendo de cobertor…
Assim acaba esta história de trocas e baldrocas entre cores. Cada objeto (ou ser da natureza) tem a sua própria cor e a sua maneira de ser, por isso é melhor deixarmos as cores no seu devido lugar…
Letícia de Sousa Duarte – 4.º E – E.B. Devesinha
- Tuuuuuu!!... Falaaaaas?!O golfinho era cor-de-rosa brilhante, era uma fêmea, e exclamou:
- Não te assustes, não te faço mal! Apenas estava aqui a pensar em mudar a cor do mar, a cor do céu, a cor das nuvens, a cor do Sol… Contudo, eu não tenho tinta. Tu tens, por acaso?
Já com alguma confiança, eu respondi:
- Desculpa, não tenho nenhuma tinta, mas posso procurar pela ilha… Pode ser que encontre!
Andei, andei e, ao rodear uma árvore, olhei para cima e vi latas penduradas: uma lata de tinta azul, uma de tinta amarela, e uma lata de tinta branca. Fui logo, a correr, contar ao golfinho. A nossa sorte foi que as tintas já tinham pincéis.
Começámos a pintar. Com o amarelo pintámos o mar, com o branco colorimos a parte exterior dos cocos e a parte mais difícil foi pintar o alto Sol. Tivemos de usar uma corda enorme e… TLIM…TLAM…
Então, o golfinho perguntou, todo animado:
- Voltamos a pintar? Voltamos às trocas? Voltamos a fazer trocas e baldrocas?! É divertido mudar as cores das coisas reais!
E lá voltámos nós a trocar as cores. Trocámos e voltamos a trocar… Até que o mar ficou azul, o Sol ficou amarelo as nuvens ficaram brancas, etc.
De tão cansados que estávamos, adormecemos a pensar em mudar sempre as cores… Um arco-íris cobriu-nos, fazendo de cobertor…
Assim acaba esta história de trocas e baldrocas entre cores. Cada objeto (ou ser da natureza) tem a sua própria cor e a sua maneira de ser, por isso é melhor deixarmos as cores no seu devido lugar…
Letícia de Sousa Duarte – 4.º E – E.B. Devesinha
Trocas e baldrocas (Filipe)
Num dia quente de Sol, o Pedro resolveu trocar o seu balde de praia por uma pá, com o Tiago, mas reparou que tinha ficado a perder com essa troca.Então, o Pedro foi perguntar ao Tiago se ele queria trocar o seu balde pela pá que ele lhe tinha dado.
- Eu já não tenho o teu balde. Troquei o balde por estes chinelos de praia coloridos, com a Maria.
O Pedro foi ter com a Maria e ela estava deitada na areia com uns óculos de sol. O Pedro questionou:
- Queres trocar o balde, que era do Tiago, por esta pá de areia?
- Não tenho balde nenhum! Troquei-o por estes belos óculos de sol, com o Miguel – respondeu a Maria.
Lá foi o Pedro falar com o Miguel, desanimado e com medo que ele já tivesse trocado o seu balde com alguém…
- Miguel. Queres trocar o balde, que era da Maria, por esta pá de areia? – perguntou o Pedro.
- Já não tenho esse balde de que tu estás a falar. O Tiago ajudou-me a construir este grande castelo de areia e, em troca, dei-lhe o balde.
O Pedro, farto de andar às voltas, foi conversar novamente com o Tiago e perguntou-lhe:
- Queres trocar a pá, que era tua, por esse balde, que era meu?!
- Ia agora mesmo trocá-lo por uns óculos novos, para ver debaixo de água – disse o Tiago.
O Pedro lembrou-se que tinha uns óculos novos para ver debaixo de água, na sua bolsa de praia. Assim, o Tiago aceitou a proposta e fizeram a troca.
O Pedro ficou feliz por ter recuperado o seu balde e, ao mesmo tempo, sentiu-se triste, por ter perdido os seus óculos novos. Então, tentou voltar com o negócio atrás… Mas não vou escrever mais aqui, neste texto, porque, como todos sabem, as trocas tornam-se cansativas!
Filipe Simões – 4.º E – E.B. Devesinha
- Eu já não tenho o teu balde. Troquei o balde por estes chinelos de praia coloridos, com a Maria.
O Pedro foi ter com a Maria e ela estava deitada na areia com uns óculos de sol. O Pedro questionou:
- Queres trocar o balde, que era do Tiago, por esta pá de areia?
- Não tenho balde nenhum! Troquei-o por estes belos óculos de sol, com o Miguel – respondeu a Maria.
Lá foi o Pedro falar com o Miguel, desanimado e com medo que ele já tivesse trocado o seu balde com alguém…
- Miguel. Queres trocar o balde, que era da Maria, por esta pá de areia? – perguntou o Pedro.
- Já não tenho esse balde de que tu estás a falar. O Tiago ajudou-me a construir este grande castelo de areia e, em troca, dei-lhe o balde.
O Pedro, farto de andar às voltas, foi conversar novamente com o Tiago e perguntou-lhe:
- Queres trocar a pá, que era tua, por esse balde, que era meu?!
- Ia agora mesmo trocá-lo por uns óculos novos, para ver debaixo de água – disse o Tiago.
O Pedro lembrou-se que tinha uns óculos novos para ver debaixo de água, na sua bolsa de praia. Assim, o Tiago aceitou a proposta e fizeram a troca.
O Pedro ficou feliz por ter recuperado o seu balde e, ao mesmo tempo, sentiu-se triste, por ter perdido os seus óculos novos. Então, tentou voltar com o negócio atrás… Mas não vou escrever mais aqui, neste texto, porque, como todos sabem, as trocas tornam-se cansativas!
Filipe Simões – 4.º E – E.B. Devesinha
Trocas e baldrocas (Matilde)
No mês de agosto, Susana foi de férias para Paris. Duas horas antes de entrar no avião, ela encontrou algumas colegas , colegas de turma.Viu primeiro a Catarina, que também ia para Paris. A Susana ficou deslumbrada com o anel da Catarina e trocou o seu bilhete, para ir visitar o Museu de Louvre, pelo vistoso e brilhante anel.
Mas, quando Susana deu conta, pensou:
- Toda a minha família vai visitar o Museu de Louvre… e eu onde vou ficar?... No hotel sozinha?... Não, não!
Susana foi até à Catarina, para tentar recuperar o seu bilhete.
- Catarina, toma o teu anel e devolve-me o bilhete, por favor!
- Não tenho o teu bilhete! Troquei-o por esta mochila fantástica, com a Leonor, que vai primeiro a Espanha e depois a França, a Paris. Parte daqui a vinte minutos.
Então, Susana foi a correr ter com a Leonor. Pediu-lhe, quase sem fôlego:
- Podes devolver-me o bilhete para o Museu de Louvre?! Quero muito visitá-lo!
- Eu até te faria a vontade, mas já o troquei com o João, por este livro sobre História. Ele acabou de chegar. Ainda deve estar na entrada do aeroporto.
Foi, então, ao João tentar recuperar o bilhete. Porém, ele já o tinha trocado por um bilhete que lhe garantia um lugar melhor no avião, com a Catarina.
A Susana queria muito o bilhete e foi à Catarina, a correr muito rapidamente.
- Podes-me dar o meu bilhete? Eu ainda tenho o teu anel…
- Posso, mas só o troco por um vestido cor-de-rosa.
A Susana pegou num vestido que tinha dentro da mala e a Catarina aceitou-o. Susana recuperou o bilhete, mas voltou a sentir-se insatisfeita, pois pensou em como o vestido lhe ficaria bem com umas sandálias novas!...
Agora vai continuar a haver muitas trocas, contudo eu não as vou contar, uma vez que corro o risco de nunca mais acabar…
Matilde Gaspar – 4.º E – E.B. Devesinha
Mas, quando Susana deu conta, pensou:
- Toda a minha família vai visitar o Museu de Louvre… e eu onde vou ficar?... No hotel sozinha?... Não, não!
Susana foi até à Catarina, para tentar recuperar o seu bilhete.
- Catarina, toma o teu anel e devolve-me o bilhete, por favor!
- Não tenho o teu bilhete! Troquei-o por esta mochila fantástica, com a Leonor, que vai primeiro a Espanha e depois a França, a Paris. Parte daqui a vinte minutos.
Então, Susana foi a correr ter com a Leonor. Pediu-lhe, quase sem fôlego:
- Podes devolver-me o bilhete para o Museu de Louvre?! Quero muito visitá-lo!
- Eu até te faria a vontade, mas já o troquei com o João, por este livro sobre História. Ele acabou de chegar. Ainda deve estar na entrada do aeroporto.
Foi, então, ao João tentar recuperar o bilhete. Porém, ele já o tinha trocado por um bilhete que lhe garantia um lugar melhor no avião, com a Catarina.
A Susana queria muito o bilhete e foi à Catarina, a correr muito rapidamente.
- Podes-me dar o meu bilhete? Eu ainda tenho o teu anel…
- Posso, mas só o troco por um vestido cor-de-rosa.
A Susana pegou num vestido que tinha dentro da mala e a Catarina aceitou-o. Susana recuperou o bilhete, mas voltou a sentir-se insatisfeita, pois pensou em como o vestido lhe ficaria bem com umas sandálias novas!...
Agora vai continuar a haver muitas trocas, contudo eu não as vou contar, uma vez que corro o risco de nunca mais acabar…
Matilde Gaspar – 4.º E – E.B. Devesinha
Trocas e baldrocas (Rodrigo)
O Nuno perdeu o seu carrinho. Perder não perdeu. Trocou-o. Ele trocou o seu carrinho por uma caixa de legos do Franclim.
Depois da troca, o Nuno ficou insatisfeito, pois pensou que tinha perdido com aquela troca. Por isso, foi falar com o Franclim para anular o negócio.
- Dás-me o carro que eu troquei contigo e eu devolvo-te a tua caixa de legos! – disse o Nuno.
- Já não o tenho – declarou o Franclim. – Troquei-o por uma mochila com smiles, com o José Pedro.
O Nuno foi logo a correr para a casa do José Pedro.
- Trocas o carro que o Franclim te deu por esta caixa de legos? – indagou o Nuno.
- Já não o tenho – afirmou o José Pedro. – Troquei-o por uma caneta que pode escrever em todas as cores, com o meu amigo, o Dinis.
- Onde é que vive o Dinis?
- O Dinis vive na casa n.º 54.
O Nuno foi logo até à casa n.º 54 e viu o Dinis.
- Trocas o carrinho que o José Pedro te deu por esta caixa de legos? – perguntou o Nuno.
- Já não o tenho – respondeu o Dinis. – Troquei-o por um jogo, com a Inês.
- Isto é mesmo cansativo! – pensou o Nuno.
O Nuno viu a Inês na rua e disse-lhe:
- Dou-te esta caixa cheia de legos, se tu me deres o carro que o Dinis te deu.
Ela não o ouviu, pois estava a ouvir música.
- Trocas ou não? – questionou o Nuno.
A música acabou e a Inês reparou que ele estava a falar com ela.
- O que é que disseste? – interrogou a Inês.
- Dou-te esta caixa cheia de legos, se tu me deres o carro que o Dinis te deu – confirmou o Nuno.
- Já não o tenho – declarou a Inês. – Troquei-o por estes “headphones”, com o Franclim.
Nesse momento, o Nuno combinou com o Franclim, pelo telemóvel, para se encontrarem à frente da casa dele.
- Devolvo-te a tua caixa de legos, se tu me deres o carro que eu te dei – disse o Nuno, aliviado.
- Ia trocá-lo por uma peça de ação – afirmou o Franclim.
- Mas eu ia dar-te a caixa de legos – apressou-se a dizer o Nuno.
Tirou, do bolso do casaco, uma figura de ação, ainda na embalagem, e perguntou:
- Queres esta?
O Franclim tirou-a da embalagem e começou a examiná-la.
- Não me parece nada má… Toma! (Deu-lhe o carrinho.)
Agora que ele já tinha o carrinho, sentia-se insatisfeito por outra razão: sentia falta da figura de ação que trocou com o Franclim… E pensou se deveria voltar com o negócio atrás… E voltou.
Não vou contar o resto da história, porque seria muito cansativo e repetitivo. Tenham vocês bastante imaginação!
Rodrigo Rocha – 4.º E – E.B. Devesinha
Depois da troca, o Nuno ficou insatisfeito, pois pensou que tinha perdido com aquela troca. Por isso, foi falar com o Franclim para anular o negócio.
- Dás-me o carro que eu troquei contigo e eu devolvo-te a tua caixa de legos! – disse o Nuno.
- Já não o tenho – declarou o Franclim. – Troquei-o por uma mochila com smiles, com o José Pedro.
O Nuno foi logo a correr para a casa do José Pedro.
- Trocas o carro que o Franclim te deu por esta caixa de legos? – indagou o Nuno.
- Já não o tenho – afirmou o José Pedro. – Troquei-o por uma caneta que pode escrever em todas as cores, com o meu amigo, o Dinis.
- Onde é que vive o Dinis?
- O Dinis vive na casa n.º 54.
O Nuno foi logo até à casa n.º 54 e viu o Dinis.
- Trocas o carrinho que o José Pedro te deu por esta caixa de legos? – perguntou o Nuno.
- Já não o tenho – respondeu o Dinis. – Troquei-o por um jogo, com a Inês.
- Isto é mesmo cansativo! – pensou o Nuno.
O Nuno viu a Inês na rua e disse-lhe:
- Dou-te esta caixa cheia de legos, se tu me deres o carro que o Dinis te deu.
Ela não o ouviu, pois estava a ouvir música.
- Trocas ou não? – questionou o Nuno.
A música acabou e a Inês reparou que ele estava a falar com ela.
- O que é que disseste? – interrogou a Inês.
- Dou-te esta caixa cheia de legos, se tu me deres o carro que o Dinis te deu – confirmou o Nuno.
- Já não o tenho – declarou a Inês. – Troquei-o por estes “headphones”, com o Franclim.
Nesse momento, o Nuno combinou com o Franclim, pelo telemóvel, para se encontrarem à frente da casa dele.
- Devolvo-te a tua caixa de legos, se tu me deres o carro que eu te dei – disse o Nuno, aliviado.
- Ia trocá-lo por uma peça de ação – afirmou o Franclim.
- Mas eu ia dar-te a caixa de legos – apressou-se a dizer o Nuno.
Tirou, do bolso do casaco, uma figura de ação, ainda na embalagem, e perguntou:
- Queres esta?
O Franclim tirou-a da embalagem e começou a examiná-la.
- Não me parece nada má… Toma! (Deu-lhe o carrinho.)
Agora que ele já tinha o carrinho, sentia-se insatisfeito por outra razão: sentia falta da figura de ação que trocou com o Franclim… E pensou se deveria voltar com o negócio atrás… E voltou.
Não vou contar o resto da história, porque seria muito cansativo e repetitivo. Tenham vocês bastante imaginação!
Rodrigo Rocha – 4.º E – E.B. Devesinha
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