domingo, 8 de março de 2015

A viagem inesquecível

Fui ao Porto
praticar muito desporto.

Fui a Guimarães
e comprei sete cães.

Fui a Lustosa
visitar a minha avó Rosa.

Fui a Viseu
com um grande amigo meu.

Fui à Póvoa de Varzim
e encontrei o primo Joaquim.

Fui a Vizela
na companhia da minha cadela.

Agora vou acabar este poema
Das viagens por Portugal…
Viseu, Porto, Guimarães…
Foi uma experiência genial!

Simão Pedo Peixoto – 4.º E – E.B. Devesinha

Viagens fantásticas!

Viajei até Castelo Branco
sentado num camelo manco.

Viajei até Viana do Castelo,
calçando uma sapatilha e um chinelo.

Viajei até Vizela
atrás de uma misteriosa gazela.

Viajei até ao Porto
e encontrei um cão morto.

Viajei até Famalicão
e fiquei espantado ao ver um leão.

Viajei até Lisboa
numa magnífica canoa!

Fui a vários sítios
de Portugal inteiro
observei tanta coisa
no mês de fevereiro.

Gonçalo Martins – 4.º E – E.B. Devesinha

O que eu posso ser?

Com muita imaginação,
O que eu posso ser?
Posso ser a “Carochinha”
E encontrar cinco reis a varrer.

Com imensa curiosidade,
O que posso eu ser?
Posso ser a “Cinderela”
E uma fada madrinha ver.

Com bastante imaginação,
O que eu posso ser?
Posso ser a “Branca de Neve”
E com sete anões viver.

Com tanta criatividade,
O que eu posso ser?
Posso ser a “Pequena Sereia”
E o profundo mar conhecer.

E agora o que posso ser?
Posso ser tudo o que quiser,
Porque quando uma pessoa sonha
O mundo pula e ganha esperança
Como os passos de uma criança.

Inês Leite – 4.º E – E.B. Devesinha

Estações do Ano

Quero que chegue a primavera,
As flores quero ver florescer,
As andorinhas quero ver regressar
E o meu jardim quero ver crescer!

Desejo que chegue o Verão,
Na praia quero relaxar…
Quero sentir o calor
E ver o Sol e o seu brilhar!

Quero que chegue o outono,
Mas casacos temos de usar,
Começa a vir o vento
Que vai soprar e soprar…

Desejo que chegue o inverno…
Pela janela, a chuva quero ver cair.
Talvez neve… talvez caia neve…
Isso far-me-ia sorrir!...

Matilde Gaspar – 4.º E – E.B. Devesinha

Projeto: «Regime de Fruta Escolar»

Ao longo dos meses do ano letivo de 2014/2015, nós temos vindo a realizar diversas atividades para sensibilizar a comunidade educativa para a importância do consumo da fruta, e não só!... O nosso objetivo é pôr todos a refletir sobre os alimentos que são saudáveis, pois queremos que todos tenhamos muita saúde. É mesmo muito importante que todos tenhamos uma alimentação completa, variada e equilibrada. Para isso, devemos respeitar a «Roda dos Alimentos».
Neste mês, no dia quatro de março de 2015, a nossa turma apresentou, às restantes, uma peça de teatro intitulada: «Uma Alimentação Saudável». Esperamos que todos tenham apreciado e que tenham aprendido a alimentar-se bem todos os dias.

4.º E – E.B. Devesinha

«Trinta por uma Linha», da autoria de António Torrado

António Torrado é um escritor que nos delicia com as suas histórias!...
Já tivemos a oportunidade de ler e explorar vários textos da sua autoria e é sempre tão bom!
Recentemente tivemos o prazer de conhecer mais um texto do seu livro «Trinta por uma linha»... Trata-se da história intitulada «Trocas e baldrocas». Foi um prazer desenvolver diferentes atividades, tendo por base um enredo tão interessante! Assim sendo, ficámos motivados para dar "asas à imaginação", ou seja, todos nós produzimos textos que contemplam "trocas e mais trocas", ou melhor, "trocas e baldrocas"...
Nós divertimo-nos a escrever e a aprender...
Aqui vamos partilhar alguns dos textos... Esperamos que os apreciem!

Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha

Trocas e baldrocas (Simão Paulo)

Num dia cheio de sol, o Pedro perdeu a sua borracha, ou melhor, ele trocou-a. Depois de ter trocado a
borracha por uma caneta novinha, por estrear, é que achou que tinha perdido com a troca que fez.
Ele quis desfazer o negócio junto do Gonçalo, pois ele tinha ficado com a borracha jeitosa, por estrear, mesmo novinha.
- Quero de novo a minha borracha! E ficas tu com a tua esferográfica – disse o Pedro ao Gonçalo.
- Eu já não a tenho – respondeu o Gonçalo. – Troquei-a por este boneco falante. Quem tem a tua borracha é o Alberto.
O Pedro foi ter com o Alberto, que estava a jogar basquetebol.
- Tens a minha borracha? – perguntou o Pedro.
- Passa, Simão, passa!! – gritou o Alberto.
- Tens a minha borracha? – perguntou, novamente, o Pedro.
- Goooooooooolo! – gritou entusiasmado o Alberto. – 32 / 23!- Tens a minha borracha? – perguntou, pela terceira vez, o Pedro, todo furioso.
- Afinal, o que é que tu queres? – questionou o Alberto.
- Quero de volta a minha borracha – disse o Pedro.
- Eu já não a tenho – disse o Alberto. – Troquei-a por esta bola de basquetebol. Quem a tem agora é o Nuno.
Então, o Pedro foi ter com o Nuno e perguntou:
- Ainda tens a minha borracha?
- Não – disse o Nuno.
- Então, quem é que a tem? – perguntou o Pedro.
- É o Gonçalo que a tem – respondeu o Nuno.
Seguidamente, o Pedro foi ter com o Gonçalo.
- Ainda tens a minha borracha? – questionou o Pedro.
- Ia trocá-la agora com o José – disse o Gonçalo.
Nesse momento, o Pedro foi buscar, ao fundo da algibeira, uma mota pequena.
- Troco-te esta mota pela borracha – propôs o Pedro.
Trocaram, afinal, a borracha pela mota. Que alívio para o Pedro!
Mas, quando virou costas ao Gonçalo, sentiu-se triste, pois gostava de brincar todos os dias com a mota, no seu quarto…
Como podemos ver, não devemos fazer trocas, porque depois sentimo-nos insatisfeitos…

Simão Freitas – 4.º E – E.B. Devesinha