Para comemorarmos o «Dia Mundial da Floresta» estivemos a explorar o livro: «O dia em que a mata ardeu», da autoria de José Fanha. Fizemos, então, a comparação entre esta história e os textos que já tínhamos escrito com base num pequeno excerto e num título que a nossa professora nos apresentou e que, agora sabemos, foi retirado desse livro. Chegámos à conclusão que as várias histórias inventados foram todas diferentes da original, facto que prova que somos todos criativos. Mas a mensagem mais importante esteve presente em todos os textos: Temos de proteger a Floresta, para o bem da Natureza e de todos nós!
Para além dessa atividade, elaborámos um painel coletivo, utilizando aguarelas... Com este trabalho, pretendemos sensibilizar a comunidade educativa para a necessidade de garantir a preservação da Floresta.
Aqui ficam algumas fotografias...
Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha
sexta-feira, 20 de março de 2015
quarta-feira, 18 de março de 2015
«Dia do Pai» é todos os dias...
O que será isto?!
Certamente já adivinharam que é alguma coisa relacionada com o «Dia do Pai»... Pois... Cada um de nós esteve a elaborar um postal, a escrever um poema e a construir um presente... O passo seguinte consistiu em decorar um saquinho, com muito amor, para embrulhar o presente... O que estará lá dentro?! Querem saber?... Isso só poderá acontecer amanhã, dia 19 de março de 2015, quando o pai de cada um de nós abrir o saquinho...
Alunos do 4.º E
Certamente já adivinharam que é alguma coisa relacionada com o «Dia do Pai»... Pois... Cada um de nós esteve a elaborar um postal, a escrever um poema e a construir um presente... O passo seguinte consistiu em decorar um saquinho, com muito amor, para embrulhar o presente... O que estará lá dentro?! Querem saber?... Isso só poderá acontecer amanhã, dia 19 de março de 2015, quando o pai de cada um de nós abrir o saquinho...
Alunos do 4.º E
O dia em que a mata ardeu (Maria João e Luís)
Era uma vez uma mata linda e enorme, cheia de flores, rouxinóis, beija-flores, pinheiros verdescomo a relva fresca… Imensa gente gostava de ir até lá passear, brincar, visualizar aquele belo espaço.
Eu, uma criança, visito a mata todos os dias, pois gosto, mais do que ninguém, de visitá-la. Quando a visito, deito-me na relva fresca, a pensar na vida, nas coisas que faço ao longo dela… Ponho-me a imaginar que a mata é minha…
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Num certo dia, estou eu na mata e oiço alguém a dizer alguma coisa…
- Que belo dia! Chegou o verão! – diz um homem, sentado numa manta, a beber água fresca.
Nesse mesmo dia, a mata começa a arder. O homem preocupado, tal como eu, tenta ajudar-me a apagar o incêndio.
- Chamamos os bombeiros? – perguntou o tal homem.
Respondo logo que sim e ele dá-me o telemóvel para as mãos.
Mal telefono aos bombeiros, eles aparecem num instante, para apagarem o fogo, mas não conseguem fazê-lo sem a minha ajuda.
Vou buscar água a uma casa de uma amiga minha, que mora lá perto, e colaboro com os bombeiros.
Então, com a minha ajuda, o incêndio parou de crescer e conseguimos apagá-lo, salvando-se a mata, os animais e as plantas.
Sinto-me feliz por ajudar a salvar a mata, mas triste por ela estar queimada, sem a sua frescura.
Resolvo tratar da mata e, todos os dias, vou lá. Começo por apanhar as folhas secas, corto a relva queimada, com a ajuda daquele senhor de quem já falei. Também corto os ramos secos das árvores…
Com o decorrer dos meses, a relva começa a ficar verde e cheia de frescura, os ramos das árvores tornam-se maiores e ficam com muitas folhas verdes…
Com estes acontecimentos, aprendo uma grande lição: Especialmente no verão, temos de ter muito cuidado com a floresta, temos de a manter limpa, para ela não arder!
Maria João Carneiro e Luís Rocha – 4.º E – E.B. Devesinha
Eu, uma criança, visito a mata todos os dias, pois gosto, mais do que ninguém, de visitá-la. Quando a visito, deito-me na relva fresca, a pensar na vida, nas coisas que faço ao longo dela… Ponho-me a imaginar que a mata é minha…
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Num certo dia, estou eu na mata e oiço alguém a dizer alguma coisa…
- Que belo dia! Chegou o verão! – diz um homem, sentado numa manta, a beber água fresca.
Nesse mesmo dia, a mata começa a arder. O homem preocupado, tal como eu, tenta ajudar-me a apagar o incêndio.
- Chamamos os bombeiros? – perguntou o tal homem.
Respondo logo que sim e ele dá-me o telemóvel para as mãos.
Mal telefono aos bombeiros, eles aparecem num instante, para apagarem o fogo, mas não conseguem fazê-lo sem a minha ajuda.
Vou buscar água a uma casa de uma amiga minha, que mora lá perto, e colaboro com os bombeiros.
Então, com a minha ajuda, o incêndio parou de crescer e conseguimos apagá-lo, salvando-se a mata, os animais e as plantas.
Sinto-me feliz por ajudar a salvar a mata, mas triste por ela estar queimada, sem a sua frescura.
Resolvo tratar da mata e, todos os dias, vou lá. Começo por apanhar as folhas secas, corto a relva queimada, com a ajuda daquele senhor de quem já falei. Também corto os ramos secos das árvores…
Com o decorrer dos meses, a relva começa a ficar verde e cheia de frescura, os ramos das árvores tornam-se maiores e ficam com muitas folhas verdes…
Com estes acontecimentos, aprendo uma grande lição: Especialmente no verão, temos de ter muito cuidado com a floresta, temos de a manter limpa, para ela não arder!
Maria João Carneiro e Luís Rocha – 4.º E – E.B. Devesinha
O dia em que a mata ardeu (Gonçalo e Filipe)
Olá! O meu nome é Bruno e vou contar-vos uma história que já vivi com os meus pais.Num dia quente de Sol, lá estava eu em casa, perto de uma linda mata, e decidi dar um passeio naquela floresta.
Na altura, eu não sabia, mas a minha maior aventura estava para começar.
Naquela mata havia vários tipos de flores, como as rosas, os girassóis, as tulipas, as margaridas… Também havia vários tipos de árvores, como os carvalhos, os sobreiros, arbustos…
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Imaginando e observando a beleza daquela mata, eu resolvi fazer poesia…
A Natureza é linda
Com os pássaros a cantar…
Lá vou eu pela mata
A correr e a saltar!
A Natureza é linda,
Nela podemos brincar…
Não a vamos poluir,
Mas sim, a Floresta limpar!
Mal acabei o meu poema, comecei a ver muito lixo espalhado pelo chão e fui a casa buscar uma vassoura, para limpar tudo. Porém, quando regressei à mata, havia um pequeno incêndio. Então, fui rapidamente buscar um balde com água, mas não foi suficiente.
De seguida fui avisar os meus pais e eles telefonaram aos bombeiros, que vieram logo e conseguiram apagar o fogo.
No dia em que a mata ardeu,
O fogo tentei apagar…
Como não foi o suficiente,
Os bombeiros vieram-me ajudar!
Adoro a poesia! Adoro a beleza da floresta e toda a Natureza!
Gonçalo Martins e Filipe Simões – 4.º E – E.B. Devesinha
Na altura, eu não sabia, mas a minha maior aventura estava para começar.
Naquela mata havia vários tipos de flores, como as rosas, os girassóis, as tulipas, as margaridas… Também havia vários tipos de árvores, como os carvalhos, os sobreiros, arbustos…
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Imaginando e observando a beleza daquela mata, eu resolvi fazer poesia…
A Natureza é linda
Com os pássaros a cantar…
Lá vou eu pela mata
A correr e a saltar!
A Natureza é linda,
Nela podemos brincar…
Não a vamos poluir,
Mas sim, a Floresta limpar!
Mal acabei o meu poema, comecei a ver muito lixo espalhado pelo chão e fui a casa buscar uma vassoura, para limpar tudo. Porém, quando regressei à mata, havia um pequeno incêndio. Então, fui rapidamente buscar um balde com água, mas não foi suficiente.
De seguida fui avisar os meus pais e eles telefonaram aos bombeiros, que vieram logo e conseguiram apagar o fogo.
No dia em que a mata ardeu,
O fogo tentei apagar…
Como não foi o suficiente,
Os bombeiros vieram-me ajudar!
Adoro a poesia! Adoro a beleza da floresta e toda a Natureza!
Gonçalo Martins e Filipe Simões – 4.º E – E.B. Devesinha
O dia em que a mata ardeu (José Pedro e Franclim)
Num dia de verão, os pássaros chilreavam e o Sol brilhava. Os raios de Sol eram intensos! Os animais brincavam com os seus amigos. Eu, um menino, partira para a mata, onde me aventurei, num lugar onde tudo parecia perfeito: os arbustos, as árvores, a relva… tudo era magnífico! (E muitos mais adjetivos se poderiam escrever sobre aquela mata.) os seres vivos (plantas e animais) é que davam aquele tom de magia a essa mata!
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Sentindo-me dono da mata, eu achei aquele lugar maravilhoso, brinquei com os animais e tirei algumas fotografias às plantas: rosas, estrelícias, malmequeres, pinheiros, eucaliptos, carvalhos… A floresta é um ótimo local para conviver com os seres vivos!
Certo dia chegaram dois indivíduos à mata… Eles puseram-na a arder, não sei bem como. Os arbustos, a relva verdinha desapareceram, ficou tudo negro…
Li, depois, numa notícia do jornal, que a origem do incêndio esteve em cigarros mal apagados. Nesse momento, eu lembrei-me dos dois indivíduos e da falta de cuidado que tiveram, enquanto caminhavam na floresta.
No dia seguinte, eu cheguei à escola e propus, à professora Alda e aos alunos da turma, que juntos fizéssemos cartazes para colocar na cidade, com o objetivo de fazer com que as pessoas deixassem de poluir a floresta.
A professora concordou e nós fizemos belos cartazes, os quais espalhámos pelos cafés, restaurantes, etc.
E foi assim que as pessoas se tornaram mais cuidadosas com a floresta.
Não se esqueçam: «Não poluam a Floresta, para que todos possam respirar melhor!».
Franclim Pereira e José Pedro Costa – 4.º E – E.B. Devesinha
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Sentindo-me dono da mata, eu achei aquele lugar maravilhoso, brinquei com os animais e tirei algumas fotografias às plantas: rosas, estrelícias, malmequeres, pinheiros, eucaliptos, carvalhos… A floresta é um ótimo local para conviver com os seres vivos!
Certo dia chegaram dois indivíduos à mata… Eles puseram-na a arder, não sei bem como. Os arbustos, a relva verdinha desapareceram, ficou tudo negro…
Li, depois, numa notícia do jornal, que a origem do incêndio esteve em cigarros mal apagados. Nesse momento, eu lembrei-me dos dois indivíduos e da falta de cuidado que tiveram, enquanto caminhavam na floresta.
No dia seguinte, eu cheguei à escola e propus, à professora Alda e aos alunos da turma, que juntos fizéssemos cartazes para colocar na cidade, com o objetivo de fazer com que as pessoas deixassem de poluir a floresta.
A professora concordou e nós fizemos belos cartazes, os quais espalhámos pelos cafés, restaurantes, etc.
E foi assim que as pessoas se tornaram mais cuidadosas com a floresta.
Não se esqueçam: «Não poluam a Floresta, para que todos possam respirar melhor!».
Franclim Pereira e José Pedro Costa – 4.º E – E.B. Devesinha
O dia em que a mata ardeu (Fabiana e Margarida)
Era uma vez uma menina muito aventureira chamada Soraia. A Soraia tinha lindos cabelos da cor do limão maduro. Os seus olhos eram verdes. Ela tinha nove anos. Essa menina era minha irmã.
Ela adorava passear pela mata que ficava perto da nossa casa! Ela apreciava a brisa perfumada, o aroma dos pinheiros, os passarinhos a voar… Tudo isso eram coisas preciosas para partilhar com toda a gente. As árvores que lá havia eram nossas…
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Num certo dia, a minha irmã Soraia encontrou intrusos a deitarem gasolina na mata e começou a pensar:
- Será que o meu irmão me pode ajudar? Afinal, ele conhece todos os cantos da mata!...
A minha irmã apressou-se a correr. No entanto, quando olhou para trás, a mata já estava a arder.
Quando, finalmente, me encontrou, a Soraia contou-me o que tinha acontecido. Como Bombeiro Voluntário da Floresta, apressei-me a ligar para os meus colegas. Eles vieram rapidamente.
Passado um tempo chegou um helicóptero da nossa gerência. Pegámos nas mangueiras e tentámos apagar o fogo…
O helicóptero foi até ao rio Zêzere recolher água.
Quando a minha irmã soube disso, afirmou:
- Eu estou a estudar essa matéria em Estudo do Meio. O rio Zêzere é um afluente do rio Tejo.
Eu fiquei muito orgulhoso da minha inteligente irmã!
A minha irmã Soraia ficou a saber como se combate um incêndio e eu aprendi que o rio Zêzere é um afluente do rio Tejo.
Agora, espero que, cada pessoa que leia este texto, aprenda as seguintes normas:
- Deita o lixo no ecoponto, nunca o deixes na floresta!
- Nunca fumes na mata, protege-te a ti e aos outros!
- Defende a floresta, para bem respirares!
Lara Fabiana Ferreira e Ana Ribeiro – 4.º E – E.B. Devesinha
Ela adorava passear pela mata que ficava perto da nossa casa! Ela apreciava a brisa perfumada, o aroma dos pinheiros, os passarinhos a voar… Tudo isso eram coisas preciosas para partilhar com toda a gente. As árvores que lá havia eram nossas…
«Mas a frescura da brisa, o cheirinho da caruma dos pinheiros, o canto das aves ou o desenho das pedras não pertencem a ninguém. À procura dessas maravilhas é que eu vou quando me ponho a passear pela minha mata que, como não tem muros à volta, só é minha porque também é de toda a gente.»
Num certo dia, a minha irmã Soraia encontrou intrusos a deitarem gasolina na mata e começou a pensar:
- Será que o meu irmão me pode ajudar? Afinal, ele conhece todos os cantos da mata!...
A minha irmã apressou-se a correr. No entanto, quando olhou para trás, a mata já estava a arder.
Quando, finalmente, me encontrou, a Soraia contou-me o que tinha acontecido. Como Bombeiro Voluntário da Floresta, apressei-me a ligar para os meus colegas. Eles vieram rapidamente.
Passado um tempo chegou um helicóptero da nossa gerência. Pegámos nas mangueiras e tentámos apagar o fogo…
O helicóptero foi até ao rio Zêzere recolher água.
Quando a minha irmã soube disso, afirmou:
- Eu estou a estudar essa matéria em Estudo do Meio. O rio Zêzere é um afluente do rio Tejo.
Eu fiquei muito orgulhoso da minha inteligente irmã!
A minha irmã Soraia ficou a saber como se combate um incêndio e eu aprendi que o rio Zêzere é um afluente do rio Tejo.
Agora, espero que, cada pessoa que leia este texto, aprenda as seguintes normas:
- Deita o lixo no ecoponto, nunca o deixes na floresta!
- Nunca fumes na mata, protege-te a ti e aos outros!
- Defende a floresta, para bem respirares!
Lara Fabiana Ferreira e Ana Ribeiro – 4.º E – E.B. Devesinha
«Dia dos Contadores de Histórias»
Hoje, dia 18 de março de 2015, foi o «Dia dos Contadores de Histórias».
Nós convidámos a mãe da Matilde, pois já sabíamos que é uma excelente contadora de histórias. Assim, nós tivemos a oportunidade de ouvir e explorar o livro: «Teodorico e as Mães Cegonhas», da autoria de Ana Zanatti e com ilustrações de Storytailors. Trata-se de uma história encantadora que nos fala de um menino abandonado que foi adotado e criado, com todo o amor, por duas cegonhas... Esse menino era feliz, apesar de toda a discriminação a que foi sujeito... É uma história que nos faz refletir sobre situações que acontecem na realidade... Aconselhamos a leitura deste livro, porque de certeza que vão adorar!
Agradecemos à mãe da Matilde a sua gentileza e a escolha que fez!... Esta história ficará na nossa memória...
Alunos do 4.º E
Nós convidámos a mãe da Matilde, pois já sabíamos que é uma excelente contadora de histórias. Assim, nós tivemos a oportunidade de ouvir e explorar o livro: «Teodorico e as Mães Cegonhas», da autoria de Ana Zanatti e com ilustrações de Storytailors. Trata-se de uma história encantadora que nos fala de um menino abandonado que foi adotado e criado, com todo o amor, por duas cegonhas... Esse menino era feliz, apesar de toda a discriminação a que foi sujeito... É uma história que nos faz refletir sobre situações que acontecem na realidade... Aconselhamos a leitura deste livro, porque de certeza que vão adorar!
Agradecemos à mãe da Matilde a sua gentileza e a escolha que fez!... Esta história ficará na nossa memória...
Alunos do 4.º E
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