quarta-feira, 6 de maio de 2015

A Lenda do Rio Ave (Ana Sousa e Simão Freitas)

Uma jovem pastora
Foi atraída por um perfume estonteante
Até à Serra de Agra
Onde tudo era brilhante. 

Num dia chegou um conde
Atraído pelo mesmo cheiro
Mas o jovem cavaleiro
Para a caça, não trazia monteiro. 

Num certo momento
Os dois jovens se encontraram
Nesse mesmo instante
Os dois se apaixonaram. 

O jovem cavaleiro
Tinha um belo falcão
E cada anel de ouro que trazia
Significava uma missão.

Num certo dia
O falcão trouxe dois anéis
Que significavam que vários homens
Estavam a infringir as leis.

O jovem cavaleiro
Para o seu Paço teve de ir
A fim do seu povo salvar
E as suas tarefas cumprir. 

A jovem pastora,
Com tanta saudade do seu amado,
Desejou ser uma ave
Para poder voar
Para aquele mundo encantado. 

Quando a jovem pastora
Do seu amado se lembrava
Chorava tanto, mas tanto,
Que um rio se formava… 

Passado algum tempo
A cabreira faleceu
Sem ver o seu amado…
Mas a sua memória permaneceu. 

A jovem pastora
Transformou-se numa ave dourada
E, pelo jovem, cavaleiro,
Sempre foi amada!

Ana Beatriz Sousa e Simão Freitas – 4.º E – E.B. Devesinha

A Lenda do Rio Ave (Maria João e Lara Adriana)

Era uma vez
Uma bela pastora…
Foi atraída por um perfume
Até uma serra encantadora. 

Num certo momento
Apareceu um cavaleiro,
Que também foi atraído,
E não levou nenhum monteiro…

Esse esbelto cavaleiro
Levou o seu valioso falcão.
Apaixonou-se pela cabreira
E do tempo perdeu a noção. 

A pastora cabreira
Também se apaixonou,
Perdeu a noção do tempo,
Porque o amor mais alto falou. 

Num belo dia, o falcão
O cavaleiro foi alertar…
Ele percebeu que tinha deveres
E que tinha mesmo de voltar. 

Quando o belo cavaleiro
Disse à pastora que tinha de regressar,
Ela foi para o cume da serra
E começou um imenso chorar…

De tantas lágrimas,
Um rio se formou
E, nesse preciso momento,
Ser ave, a pastora desejou. 

A pastora cabreira faleceu
E o nome do local foi mudado
Para “Serra da Cabreira”,
Em homenagem ao acontecimento inesperado… 

Maria João Carneiro e Lara Monteiro – 4.º E – E.B. Devesinha

A Lenda do Rio Ave (José Miguel e Franclim)

Num certo dia
Um perfume estonteante
Atraiu uma cabreira
De cabelo loiro e brilhante.

Passado algum tempo
Um cavaleiro chegou
Viu uma elegante cabreira
E logo se apaixonou.

Num certo momento,
O cavaleiro recebeu uma chamada…
Teve logo de partir
Para a sua casa amada. 

A pastora ficou triste
Por ele ter de regressar…
Ele tinha mesmo de partir,
Mas esperava voltar. 

Um dia, a pastora
Foi, para o cume, olhar o mar.
Ela estava muito triste
E começou a chorar. 

Com as suas lágrimas
Formou um rio
Que desceu até ao mar,
Com o vento frio. 

A pastora elegante
Desejou ser ave e voar
Queria ver o conde
Para muito o amar. 

A pastora faleceu
E em ave se transformou
Ficou imensamente feliz,
Porque muito voou… 

Por causa deste amor
O nome da serra mudaram…
Passou a ser Serra da Cabreira
Porque lá o conde e a pastora
Muito se amaram. 

José Miguel Freitas e Franclim Pereira – 4.º E – E.B. Devesinha

A Lenda do Rio Ave (Francisca e Margarida)

Era uma vez uma pastora
Pastora linda com cabelos loiros
Loiros como o brilho do Sol
Sol que aquece os dias
Dias que a pastora vivia
Vivia com muita esperança
Esperança de algum dia encontrar
Encontrar um jovem cavaleiro
Cavaleiro que a pudesse amar
Amar para toda a vida
Vida de pastora ou cabreira
Cabreira porque cuidava de cabras
Cabras que queriam pastagens
Pastagens que ela procurava
Procurava na Serra de Agra
Serra de Agra onde encontrou o cavaleiro
Cavaleiro como ela sempre quis
Quis ser muito amada
Amada para sempre
Sempre… Mas num certo momento
Momento em que apareceu um falcão
Falcão aliado do seu amado
Amado acabado de conhecer
Conhecer que era um conde
Conde com muita importância
Importância e deveres
Deveres a cumprir
Cumprir a promessa
Promessa de algum dia voltar
Voltar ao encontro
Encontro da doce menina
Menina que desejou
Desejou ser ave
Ave para o poder visitar
Visitar ao seu Paço
Paço onde vive
Vive em guerra
Guerra contra pessoas
Pessoas que são más
Más para as crianças
Crianças e mulheres
Mulheres que são simpáticas
Simpáticas com todos
Todos viviam em harmonia
Harmonia entre o cavaleiro e a menina
Menina que, um certo dia, faleceu
Faleceu e tornou-se ave
Ave que, antes de morrer, tanto chorou
Chorou tanto, tanto, que formou um rio
Rio que, atualmente, se chama Rio Ave. 

Francisca Ribeiro e Ana Margarida Ribeiro – 4.º E – E.B. Devesinha

A Lenda do Rio Ave (Beatriz Monteiro)

Era uma vez
Uma cabreira bela
Apareceu numa serra,
Parecendo a Cinderela. 

Um cavaleiro apareceu
E avistou aquela pastora.
O cavaleiro apaixonou-se
Por aquela rapariga encantador.

Os dois se apaixonaram
E foram passear
Por aquela linda serra
Que os fez sonhar.

Os dois juntos
Perderam a noção…
Os dois namoravam
Mas aparece o falcão. 

Aquele animal
Más notícias queria trazer
Havia problemas na sua terra
Problemas difíceis de resolver. 

O cavaleiro teve de partir
E a pastora chorou imenso
Até que formou um rio
Que era mesmo intenso. 

Esse tal rio
Passa pela Póvoa de Lanhoso
Deve ser muito bonito
E mesmo espantoso! 

Ana Beatriz Monteiro – 4.º E – E.B. Devesinha

A Lenda do Rio Ave (José Pedro e Nuno)

Chegou à Serra de Agra uma esbelta pastora
Pastora com lindíssimos cabelos
Cabelos brilhantes e da cor do Sol
Sol luminoso que iluminava imenso
Imenso era o perfume que lá havia
Havia um cavaleiro que acabara de chegar
Chegar àquela grandiosa serra
Serra onde o cavaleiro caçava
Caçava, mas gostava de animais
Animais variados… ele tinha dois…
Doía eram eles, os apaixonados,
Apaixonados profundamente
Profundamente apaixonados, os dois,
Dois eram os valiosos anéis
Anéis de rico e puro ouro
Ouro estava no falcão, na sua pata,
Pata ágil e astuta do falcão
Falcão do cavaleiro era…
Era o amor fiel e enorme
Enorme foi o seu olhar quando avistou a pastora
Pastora não sabia que ele era conde
Conde charmoso, elegante, famoso e rico
Rico era o seu magnífico castelo
Castelo que estava a ser invadido, segundo o falcão,
Falcão que era mesmo leal ao seu conde
Conde teve de partir para a sua bela terra
Terra longínqua e por si amada
Amada também era a graciosa pastora
Pastora subiu ao cimo da montanha
Montanha onde tanto chorou…
Chorou e, com as suas lágrimas, formou um rio
«Rio Ave» é o seu nome! 

José Pedro Costa e Nuno Pinto – 4.º E – E.B. Devesinha

A Lenda do Rio Ave (Lara Fabiana e Filipe)

Há muito tempo
Um perfume maravilhoso
Atraiu uma bela cabreira
E um cavaleiro charmoso. 

Esse perfume era tão doce,
Que eles deixaram-se apaixonar…
E na Serra de Agra
Estavam sempre a passear. 

Mas, num certo dia,
O cavaleiro teve de regressar,
Ao seu Paço enorme,
Para uma guerra enfrentar.

A vida da pastora
Foi sempre “esperar”
Pelo seu conde cavaleiro
Que estava a demorar. 

A cabreira de cabelos loiros
Até ao topo da serra foi andar…
Chorou tanto, tanto, tanto,
Que a terra fez-se mar! 

Depois de muito sofrer
A cabreira desejou poder voar
E, com as suas lágrimas, fez um rio,
Que a Vila do Conde foi parar! 

 
Todas as pessoas daquele local
O nome da serra quiseram mudar
E Serra da Cabreira
Se passou a chamar. 

«A Lenda do Rio Ave»
Termina assim
Com este final infeliz,
Este é o seu fim! 

Fabiana Ferreira e Filipe Simões – 4.º E – E.B. Devesinha