A consoante Z já chegou à nossa sala e, com ela, veio a história da menina Zaida, que viu zebras e gazelas, juntamente com a sua amiga Zélia.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
«Dez dedos, dez segredos», da autoria de Maria Alberta Menéres
Hoje demos continuidade à exploração do livro: «Dez dedos, dez segredos», da autoria de Maria Alberta Menéres. Estivemos a ouvir o dedo anelar da mão esquerda a contar-nos uma história... A nossa professora pôs mesmo o seu dado anelar a falar e foi muito divertido! Ele contou-nos a história de um moleiro que tinha três anéis, guardados numa caixa, em cima de um armário muito alto. O moleiro já estava com saudades de observar os seus anéis mas, para os ver, teria de comprar um banco alto, para que pudesse alcançar a caixa onde eles estavam guardados...
No entanto, certo dia, houve um grande temporal e o moleiro, mesmo sem ter comprado o tal banco, resolveu ir buscar a caixa... Pegou num caixote e colocou-o em cima de uma mesa e conseguiu pegar na caixa... Mas desequilibrou-se e deu um grande trambolhão... A sorte é que quase não se magoou!
De seguida abriu a caixa e retirou de lá três saquinhos, cada um com um anel e com um papel branco com algumas palavras escritas. Num dos papéis dizia assim: Eu sou branco. O que será mais branco do que eu? Noutro dizia: Eu sou preto. O que será mais preto do que eu? E no último lia-se assim: Eu sou doirado. O que será mais doirado do que eu?
Os dias foram passando e o temporal também... Porém, o moleiro não conseguia descobrir as respostas para as três perguntas...
Um dia, atarefado com o seu trabalho, o moleiro descobriu as soluções: Mais branca... só poderá ser a minha farinha; mais preta... só poderá ser a noite de dormir; mais doirado... só poderá ser o radioso Sol!
E assim terminou a história: «Conta o dedo anelar da mão esquerda».
Estamos a adorar este livro e já realizámos várias atividades alusivas às suas histórias.
Ora vejam o painel que construímos na nossa sala de aula...
No entanto, certo dia, houve um grande temporal e o moleiro, mesmo sem ter comprado o tal banco, resolveu ir buscar a caixa... Pegou num caixote e colocou-o em cima de uma mesa e conseguiu pegar na caixa... Mas desequilibrou-se e deu um grande trambolhão... A sorte é que quase não se magoou!
De seguida abriu a caixa e retirou de lá três saquinhos, cada um com um anel e com um papel branco com algumas palavras escritas. Num dos papéis dizia assim: Eu sou branco. O que será mais branco do que eu? Noutro dizia: Eu sou preto. O que será mais preto do que eu? E no último lia-se assim: Eu sou doirado. O que será mais doirado do que eu?
Os dias foram passando e o temporal também... Porém, o moleiro não conseguia descobrir as respostas para as três perguntas...
Um dia, atarefado com o seu trabalho, o moleiro descobriu as soluções: Mais branca... só poderá ser a minha farinha; mais preta... só poderá ser a noite de dormir; mais doirado... só poderá ser o radioso Sol!
E assim terminou a história: «Conta o dedo anelar da mão esquerda».
Estamos a adorar este livro e já realizámos várias atividades alusivas às suas histórias.
Ora vejam o painel que construímos na nossa sala de aula...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
O que nos podem contar os dedos?!
A nossa professora apresentou-nos o livro «Dez dedos, dez segredos», da autoria de Maria Alberta Menéres.
Estivemos a explorar a capa do livro e concluímos que vamos conhecer dez novas histórias, uma por cada dedo das mãos.
Ficamos a saber o nome de cada dedo: o mindinho, o anelar, o médio (o maior), o indicador e o polegar. Temos a mão direita e a mão esquerda...
Hoje ouvimos e explorámos a primeira história do livro: «Conta o dedo mindinho da mão esquerda».
A nossa professora pôs o seu dedo mindinho da mão esquerda a falar. Foi muito divertido!
A história contada pelo dedo mindinho da mão esquerda fala-nos de uma bela princesa que, com quase sete anos, ainda não tinha cabelo. Todos andavam preocupados e não encontravam explicação para esse facto. Mas a realidade é que aquela linda e alegre princesa era muito preguiçosa e, por isso, nunca tinha visto o nascer do Sol. Porém, no dia em que fez sete anos, a princesa resolveu levantar-se muito cedo para receber o Sol. Então, quando os raios de Sol apareceram no horizonte, a menina ficou radiante e lindos caracóis loiros surgiram na sua cabeça...
Estivemos a explorar a capa do livro e concluímos que vamos conhecer dez novas histórias, uma por cada dedo das mãos.
Ficamos a saber o nome de cada dedo: o mindinho, o anelar, o médio (o maior), o indicador e o polegar. Temos a mão direita e a mão esquerda...
Hoje ouvimos e explorámos a primeira história do livro: «Conta o dedo mindinho da mão esquerda».
A nossa professora pôs o seu dedo mindinho da mão esquerda a falar. Foi muito divertido!
A história contada pelo dedo mindinho da mão esquerda fala-nos de uma bela princesa que, com quase sete anos, ainda não tinha cabelo. Todos andavam preocupados e não encontravam explicação para esse facto. Mas a realidade é que aquela linda e alegre princesa era muito preguiçosa e, por isso, nunca tinha visto o nascer do Sol. Porém, no dia em que fez sete anos, a princesa resolveu levantar-se muito cedo para receber o Sol. Então, quando os raios de Sol apareceram no horizonte, a menina ficou radiante e lindos caracóis loiros surgiram na sua cabeça...
«Hipólito, o filantropo»
O Duarte partilhou connosco o livro «Hipólito, o filantropo», da autoria de Eric Many. É um livro que nos conta uma história muito interessante e divertida!
Quando vimos a capa do livro, nós achámos que o Hipólito deveria ser um hipopótamo e, por isso, pensámos logo que iríamos ouvir e estudar uma história sobre essa grande animal. Mas nenhum de nós sabia o que seria "filantropo", ou melhor dizendo, apenas o Duarte sabia... Mas ele combinou com a professora não nos dizer nada...
Mas depois de ouvirmos atentamente a história, o Duarte ajudou-nos a saber definir bem a palavra "filantropo".
O Hipólito ficou muito triste quando a ratinha Rita lhe disse que ele era o maior filantropo da floresta. No entanto, isso aconteceu porque ele não sabia que ser filantropo é gostar de todos, amar os outros, ser amigo, cativar, ou seja, criar laços de amizade, ser solidário...
Nós queremos ser filantropos!!!
Agradecemos ao Duarte a partilha desta história tão linda!
Quando vimos a capa do livro, nós achámos que o Hipólito deveria ser um hipopótamo e, por isso, pensámos logo que iríamos ouvir e estudar uma história sobre essa grande animal. Mas nenhum de nós sabia o que seria "filantropo", ou melhor dizendo, apenas o Duarte sabia... Mas ele combinou com a professora não nos dizer nada...
Mas depois de ouvirmos atentamente a história, o Duarte ajudou-nos a saber definir bem a palavra "filantropo".
O Hipólito ficou muito triste quando a ratinha Rita lhe disse que ele era o maior filantropo da floresta. No entanto, isso aconteceu porque ele não sabia que ser filantropo é gostar de todos, amar os outros, ser amigo, cativar, ou seja, criar laços de amizade, ser solidário...
Nós queremos ser filantropos!!!
Agradecemos ao Duarte a partilha desta história tão linda!
"S" de sabedoria...
Sabedoria, silêncio, sapo, saco, saia, Susana, Sofia, Sara... Estas e outras palavras já fazem parte da nossa leitura e da nossa escrita. «Quem sabe mais palavras iniciadas pela consoante "s" ou "S"?»... Sandra, sapato, serpente, Sol, serenata... Conhecemos muitas palavras com esta consoante e o livro «S de Susana» também nos ajudou bastante!
Sabiam que existem palavras onde o "s" se lê "z"? E sabiam que há palavras com "ss"?
Temos de estar muito atentos para conseguirmos escrever sempre corretamente as palavras!
Sabiam que existem palavras onde o "s" se lê "z"? E sabiam que há palavras com "ss"?
Temos de estar muito atentos para conseguirmos escrever sempre corretamente as palavras!
«Uma Aventura em Sumara»
«Uma Aventura em Sumara» foi o livro que a Helena Sofia trouxe para nós explorarmos na sala de aula. Neste livro, vive-se uma verdadeira aventura... Há uma competição e um vencedor, mas uma personagem malvada e um robô querem roubar o prémio...
O melhor é lerem o livro, porque ler aumenta a sabedoria e a alegria também... Divirtam-se!!!
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