quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Projeto: «Regime de Fruta Escolar»

    Hoje fomos a todas as turmas da E.B. Devesinha para falarmos do projeto que estamos a dinamizar na nossa escola. O projeto «Regime de Fruta Escolar» visa criar hábitos alimentares saudáveis e nós falámos sobre esse assunto aos nossos colegas. Distribuímos e explorámos, com eles, o panfleto que elaborámos...
     Todos nós ficámos com a certeza que devemos respeitar a "Roda dos Alimentos" e que devemos comer diariamente 2 a 5 peças de fruta.
      Se SAÚDE queremos ter, FRUTA temos de comer!







Figuras geométricas

      Estivemos a explorar figuras geométricas e descobrimos que podemos representar pessoas e objetos, usando quadrados, retângulos, círculos, triângulos...





«H de Hugo»...

      Hoje estivemos a explorar o livro: «H de Hugo» e descobrimos muitas palavras iniciadas por h ou H: Hugo, Helena, Hipólito, Hércules, hambúrguer, horas, horário, hera, há, helicóptero, haltere, heptágono, herói...








A consoante "Z" já chegou à nossa sala...

      A consoante Z já chegou à nossa sala e, com ela, veio a história da menina Zaida, que viu zebras e gazelas, juntamente com a sua amiga Zélia.






quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

«Dez dedos, dez segredos», da autoria de Maria Alberta Menéres

      Hoje demos continuidade à exploração do livro: «Dez dedos, dez segredos», da autoria de Maria Alberta Menéres. Estivemos a ouvir o dedo anelar da mão esquerda a contar-nos uma história... A nossa professora pôs mesmo o seu dado anelar a falar e foi muito divertido! Ele contou-nos a história de um moleiro que tinha três anéis, guardados numa caixa, em cima de um armário muito alto. O moleiro já estava com saudades de observar os seus anéis mas, para os ver, teria de comprar um banco alto, para que pudesse alcançar a caixa onde eles estavam guardados...
      No entanto, certo dia, houve um grande temporal e o moleiro, mesmo sem ter comprado o tal banco, resolveu ir buscar a caixa... Pegou num caixote e colocou-o em cima de uma mesa e conseguiu pegar na caixa... Mas desequilibrou-se e deu um grande trambolhão... A sorte é que quase não se magoou!
      De seguida abriu a caixa e retirou de lá três saquinhos, cada um com um anel e com um papel branco com algumas palavras escritas. Num dos papéis dizia assim: Eu sou branco. O que será mais branco do que eu? Noutro dizia: Eu sou preto. O que será mais preto do que eu? E no último lia-se assim: Eu sou doirado. O que será mais doirado do que eu?
      Os dias foram passando e o temporal também... Porém, o moleiro não conseguia descobrir as respostas para as três perguntas...
      Um dia, atarefado com o seu trabalho, o moleiro descobriu as soluções: Mais branca... só poderá ser a minha farinha; mais preta... só poderá ser a noite de dormir; mais doirado... só poderá ser o radioso Sol!
      E assim terminou a história: «Conta o dedo anelar da mão esquerda».
      Estamos a adorar este livro e já realizámos várias atividades alusivas às suas histórias.
      Ora vejam o painel que construímos na nossa sala de aula...






quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O que nos podem contar os dedos?!

      A nossa professora apresentou-nos o livro «Dez dedos, dez segredos», da autoria de Maria Alberta Menéres.
      Estivemos a explorar a capa do livro e concluímos que vamos conhecer dez novas histórias, uma por cada dedo das mãos.
      Ficamos a saber o nome de cada dedo: o mindinho, o anelar, o médio (o maior), o indicador e o polegar. Temos a mão direita e a mão esquerda...
      Hoje ouvimos e explorámos a primeira história do livro: «Conta o dedo mindinho da mão esquerda».
      A nossa professora pôs o seu dedo mindinho da mão esquerda a falar. Foi muito divertido!
      A história contada pelo dedo mindinho da mão esquerda fala-nos de uma bela princesa que, com quase sete anos, ainda não tinha cabelo. Todos andavam preocupados e não encontravam explicação para esse facto. Mas a realidade é que aquela linda e alegre princesa era muito preguiçosa e, por isso, nunca tinha visto o nascer do Sol. Porém, no dia em que fez sete anos, a princesa resolveu levantar-se muito cedo para receber o Sol. Então, quando os raios de Sol apareceram no horizonte, a menina ficou radiante e lindos caracóis loiros surgiram na sua cabeça...






«Hipólito, o filantropo»

      O Duarte partilhou connosco o livro «Hipólito, o filantropo», da autoria de Eric Many. É um livro que nos conta uma história muito interessante e divertida!
      Quando vimos a capa do livro, nós achámos que o Hipólito deveria ser um hipopótamo e, por isso, pensámos logo que iríamos ouvir e estudar uma história sobre essa grande animal. Mas nenhum de nós sabia o que seria "filantropo", ou melhor dizendo, apenas o Duarte sabia... Mas ele combinou com a professora não nos dizer nada...
      Mas depois de ouvirmos atentamente a história, o Duarte ajudou-nos a saber definir bem a palavra "filantropo".
      O Hipólito ficou muito triste quando a ratinha Rita lhe disse que ele era o maior filantropo da floresta. No entanto, isso aconteceu porque ele não sabia que ser filantropo é gostar de todos, amar os outros, ser amigo, cativar, ou seja, criar laços de amizade, ser solidário...
      Nós queremos ser filantropos!!!
      Agradecemos ao Duarte a partilha desta história tão linda!