quinta-feira, 9 de março de 2017

Pressão Atmosférica


Questão-problema: Será possível, colocando um copo invertido, não entornar a água nele contida?

Material:
- 1 copo de vidro
- água
- um quadrado pequeno de cartolina

Procedimento:
            Coloca-se um pouco de água num copo.
Depois tapa-se o copo com o quadrado de cartolina e exerce-se uma leve pressão.
            De seguida, vira-se o copo com água, ficando a “boca” do copo voltada para baixo.
Observação (O que acontece?):
A água permanece dentro do copo.

Explicação
O ar existente ao redor do copo exerce uma força em todos os sentidos, inclusive de baixo para cima. A essa força damos o nome de pressão atmosférica, ela não deixa que o papel se desloque da boca do recipiente. 





Pavimentações e Padrões

        Nas disciplinas de Matemática e de Expressões Artísticas, nós estivemos a estudar as pavimentações e os padrões.
Quando observamos com atenção os favos de mel, as calçadas, os azulejos aplicados nas cozinhas e casas de banho, verificamos que se tratam de pavimentações.
Mas, afinal, o que é uma pavimentação?
Uma pavimentação do plano é um conjunto de ladrilhos que cobrem o plano sem deixar espaços intermédios nem sobreposições.
            E o que é um padrão?
Em Matemática, normalmente quando se fala de padrão associa-se logo a padrões visuais, tais como aqueles que vemos em tecidos, papel de parede, peças de arte… No entanto, o conceito de “padrão” não se encontra apenas nestes exemplos. O “padrão” é também usado quando se fala de uma disposição ou arranjo de números, formas, cores ou sons onde se detetam regularidades.
Neste contexto, nós realizámos vários trabalhos e aqui partilhamos alguns…


Alunos do 2.º B – E.B. Devesinha


«A caixa de música», da autoria de Belanita Abreu

        Nós estamos encantados com a história contada pela Inês e pelo seu pai! Por isso, resolvemos fazer cartazes e poemas sobre a bailarina que dançava graciosamente, embora com o coração cheio de dor pela saudade sentida pelo seu amado soldado.
        A Inês, o Filipe e a Mariana (grupo F), inspirados na história «A caixa de Música», elaboraram um cartaz e escreveram este belo poema...

           Bailarina

        Bailarina, bailarina,
        que linda que tu és!                                
        Tens beleza no rosto
        e a dança nos pés!

        Bailarina, bailarina,
        não te ponhas a chorar,
        porque o teu soldado
        está mesmo a chegar!

        Grupo F (Inês, Filipe, Mariana)


        Também o grupo E (Luana, Carlos, Gabriela e Guilherme Ferreira) se dedicou a esta história, elaborando um cartaz muito interessante!


Projeto: «Leituras que unem»

Hoje, na Biblioteca da nossa Escola, mais um momento mágico aconteceu: fomos presenteados pela visita de uma “caixa de música”, trazida pelas mãos da nossa Inês e do seu pai! Eles contaram-nos a história «A Caixa de Música», da autoria de Belanita Abreu e com ilustrações de Ricardo Jorge. Com música de fundo acompanhada pela projeção de imagens, ouvimos atentamente a história de uma bailarina apaixonada pelo seu soldado, onde não faltaram sentimentos como o Amor, a União e a Saudade!

Agradecemos à Inês e ao seu pai a partilha desta história maravilhosa!


«O Prazer de Ler e Escrever»

      Esta é, no nosso Agrupamento, a "Semana da Leitura" (de 6 a 10 de março de 2017). Por isso mesmo, temos iniciado o nosso dia de aulas com a atividade "Minuto e Meio de leitura".
      No dia sete de março, explorámos uma história extraída do livro: «100 Histórias de (eu) cantar», da autoria de Daniel Marques Ferreira. Achámos, desde logo, o título do livro muito interessante! Depois a nossa professora partilhou connosco o título da história escolhida para esse dia: «Coisas do amarelo». Então, resolvemos antecipar o conteúdo da história e elaborámos um lindo poema. A seguir comparámos o nosso texto com o original e verificámos que era completamente diferente... Mas assim é que é divertido, pois demonstrámos que somos crianças criativas... Ora apreciem o nosso poema...

                                                    Coisas do amarelo...


Coisas do amarelo?!
Pode ser o Sol brilhante                                                    
ou uma borboleta esvoaçante!...

Coisas do amarelo?!
Pode ser um ovo estrelado
ou um girassol encantado!...

Coisas do amarelo?!
Pode ser uma banana saborosa
ou uma lindíssima rosa!...

Coisas do amarelo?!
Pode ser as pintas do meu chinelo
ou a casca de um marmelo!...

Coisas do amarelo?!
Pode ser uma tulipa amarelinha
ou uma maçã madurinha!...

Coisas do amarelo?!
Isto dá que pensar!
Será assim tão belo?!
Vamos ter de investigar!

Alunos do 2.º B - E.B. Devesinha

Projeto: «Leituras que unem»

A Gabriela e a sua mãe contaram-nos a história «Chapeuzinho Amarelo», da autoria de Chico Buarque, com ilustrações de André Letria.
        A Chapeuzinho Amarelo era uma menina que tinha medo de tudo!... Com o tempo ela aprendeu a ser mais forte que o medo e tornou-se uma criança corajosa e mais feliz.
        Esta história ensinou-nos a ser corajosos de uma forma bem divertida!
        A Escola agradece à mãe da Gabriela o momento especial de leitura e a oferta do livro à nossa Biblioteca que, deste modo, ficou mais rica!



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A bruxa que aprendeu a lição!...

        Estivemos a explorar uma história em que as personagens principais eram as bruxas Rabucha e Capucha, da autoria de Luísa Ducla Soares. Depois, inspirados nessa história, resolvemos criar uma nova bruxa: a Ratucha.
Planificámos a história e escrevemos o texto que se segue…
           
A bruxa que aprendeu a lição!...
        Era uma vez uma bruxa chamada Rabucha… Ela era maldosa, assustadora, comilona e traquina. Vivia numa gruta fria e muito escura.
      Como sentia bastante frio, a bruxa Ratucha resolveu fazer um assalto a uma loja de eletrodomésticos, porque queria ter um aquecedor mágico.
        Pelo caminho, encontrou a bruxa Capucha, que perguntou:
        - Onde vais?
       - Vou assaltar uma loja de eletrodomésticos, porque preciso de um aquecedor mágico para me aquecer nos dias frios de inverno – respondeu a bruxa Ratucha.
       - Não faças isso, pois é muito feio roubar! Vamos para tua casa conversar – disse a bruxa Capucha.
       Na casa da bruxa Ratucha, ou melhor, na sua gruta, as duas bruxas conversaram sobre a importância de respeitar os outros e de não pegar em coisas que não lhes pertencem.
        A bruxa Ratucha prometeu que nunca mais iria roubar nada a ninguém e a bruxa Capucha prometeu oferecer-lhe um aquecedor mágico.
        A partir desse dia, a bruxa Ratucha passou a ser mais honesta e a viver muito mais feliz!

            Alunos do 2.º B – E.B. Devesinha