A Páscoa está mesmo a chegar!
Há amêndoas de várias cores
Todos nós vamos saborear
Goluseimas de muitos sabores.
A Páscoa está mesmo a chegar!
Há ovos de chocolate numerosos
Que as pessoas querem provar
Por serem tão deliciosos!
A Páscoa está mesmo a chegar!
Vem a Visita Pascal
Para a cruz… a gente beijar
Em todo o belo Portugal!
A Páscoa está mesmo a chegar!
As crianças sentem bastante alegria,
Pois há uma maravilhosa festa no ar
Naquele magnífico e inesquecível dia!
A Páscoa está mesmo a chegar!
Sentimos imensa felicidade no coração
E todos felizes vamos festejar
Jesus e a sua ressurreição!
3.º ano/Turma E da E.B.1 da Devesinha
sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Porque é Páscoa!…
Há amêndoas coloridas
E ovos de chocolate,
Porque é Páscoa!
Há camélias e alecrim
À porta das casas,
Porque é Páscoa!
Há sinos a tocar
E foguetes a estoirar,
Porque é Páscoa!
Vem o menino da sineta
E o Senhor Padre,
Porque é Páscoa!
Vem a procissão Pascal
Anunciar a ressurreição de Jesus,
Porque é Páscoa!
Os Padrinhos dão o folar
E os afilhados ficam felizes,
Porque é Páscoa!
As pessoas vestem roupa nova
E vão à Comunhão Pascal,
Porque é Páscoa!
Há partilha e felicidade,
Reúnem-se familiares e amigos,
Porque é Páscoa!
3.º ano/ turma E da E.B1 da Devesinha
E ovos de chocolate,
Porque é Páscoa!
Há camélias e alecrim
À porta das casas,
Porque é Páscoa!
Há sinos a tocar
E foguetes a estoirar,
Porque é Páscoa!
Vem o menino da sineta
E o Senhor Padre,
Porque é Páscoa!
Vem a procissão Pascal
Anunciar a ressurreição de Jesus,
Porque é Páscoa!
Os Padrinhos dão o folar
E os afilhados ficam felizes,
Porque é Páscoa!
As pessoas vestem roupa nova
E vão à Comunhão Pascal,
Porque é Páscoa!
Há partilha e felicidade,
Reúnem-se familiares e amigos,
Porque é Páscoa!
3.º ano/ turma E da E.B1 da Devesinha
Márcia Soraia Ferreira Mendes
Vou pela Floresta...
Vou pela floresta e vejo:
- os pássaros a voarem no céu azul;
- as borboletas a esvoaçarem de flor em flor;
- as árvores carregadas de frutos.
Vou pela floresta e oiço:
- os periquitos a chilrear no ar ;
- os grilos a cantar nas suas tocas;
- os lobos a uivar sem parar.
Vou pela floresta e cheiro:
- o pólen dos pinheiros;
- o odor das rosas coloridas;
- o perfume dos amores-perfeitos.
Vou pela floresta e sinto:
- a sombra refrescante das árvores;
- a relva suave e macia;
- a magnífica beleza da natureza!
Vou pela floresta e descubro:
- a grande variedade de flores;
- a imensa diversidade de animais;
- a magia que a vida tem!...
Telma, Isabel, Bruno André, Diogo Miguel
- os pássaros a voarem no céu azul;
- as borboletas a esvoaçarem de flor em flor;
- as árvores carregadas de frutos.
Vou pela floresta e oiço:
- os periquitos a chilrear no ar ;
- os grilos a cantar nas suas tocas;
- os lobos a uivar sem parar.
Vou pela floresta e cheiro:
- o pólen dos pinheiros;
- o odor das rosas coloridas;
- o perfume dos amores-perfeitos.
Vou pela floresta e sinto:
- a sombra refrescante das árvores;
- a relva suave e macia;
- a magnífica beleza da natureza!
Vou pela floresta e descubro:
- a grande variedade de flores;
- a imensa diversidade de animais;
- a magia que a vida tem!...
Telma, Isabel, Bruno André, Diogo Miguel
quarta-feira, 4 de março de 2009
O Peixe Arco-Íris
Estivemos a explorar a história: «O Peixe Arco-Íris». Começámos por ouvir a leitura do livro e depois vimos o filme. É uma história muito bonita que nos mostra a importância de saber partilhar... Nós adoramos esta história e, por isso, resolvemos recontá-la, utilizando diferentes tipos de texto: teatro, prosa e poesia. Ora leiam... Esperamos que gostem da história tanto como nós!
O Peixe Arco-Íris
Peixe Arco-Íris – Bom dia! Peixe Estrela, como estás?
Peixe Estrela – Por acaso até estou bem!
Peixe Arco-Íris – Oh… Já perdi muito tempo, já passaram mais de dois minutos… Tenho que ir!
Peixes do Mar – Olá! Queres vir brincar connosco?
Peixe Arco-Íris – Não me vou dar ao trabalho de brincar com vocês!
Peixe Azul – Peixe Arco-Íris, Peixe Arco-Íris, Peixe Arco-Íris! Espera por mim! Dá-me uma das tuas escamas!
Peixe Arco-Íris – Não, não dou! Nunca dei a ninguém estas lindas escamas!
Peixe Azul – Oh, que pena! Mas tu tens tantas! Podes dar-me uma dessas belas escamas!
Peixe Arco-Íris – Não, não dou! Sai daqui para fora já!
Peixe Azul – Vós nem sabeis o que me aconteceu… O Peixe Arco-Íris nem me ligou…
Peixes – Se ele não te ligou, nós também não lhe vamos ligar nenhuma!
Peixe Arco-Íris – Estão a falar de mim… Podem continuar!
Peixes – Esta voz esquisita não nos interessa nada…
Peixe Arco-Íris – Os outros peixes viraram-me a cauda! Eles nem falam para mim!
Peixe Estrela – Sei quem te pode ajudar! Numa gruta há lá um polvo que te pode ajudar.
Peixe Arco-Íris – Polvo, preciso da tua ajuda!
Polvo – Conheço a tua história. Partilha as tuas escamas e serás feliz!
Peixe Arco-Íris – Mas as minhas belas escamas…
Peixe Azul – Vá lá, dá-me uma das tuas escamas!
Peixes – Dá-nos das tuas escamas brilhantes!
Peixe Arco-Íris – OK! Tomem lá…
Peixes – Queres vir brincar connosco?
Peixe Arco-Íris – Vou brincar com vocês! Agora sinto-me mais feliz, porque tenho muitos amigos a brilhar!
Letícia Rafaela, José Carlos, Ana Rita Ribeiro, Cecília de Jesus
O Peixe Arco-Íris
Lá longe, no fundo do mar, um peixe vaidoso e elegante, colorido e bonito, adorava nadar!
Nas águas límpidas do mar azul, esse peixe encontrou os seus amigos que (Pois claro!) lhe chamavam Peixe Arco-Íris.
- Peixe Arco-Íris, anda brincar connosco!...
Mas o Peixe Arco-Íris nem quis brincar com eles, porque ele era muito orgulhoso.
- Dá-me uma das tuas escamas!
- Nem penses nisso! Nunca dei escamas a ninguém, nem te vou dar a ti! Ora essa…- disse o Peixe Arco-Íris, muito irritado!
O Peixe Azul, muito cansado e assustado, foi à beira dos outros peixes e contou-lhes tudo o que se tinha passado.
Desde aí, os outros peixes deixaram de olhar para o Peixe Arco-Íris. Quando passavam por ele, nem um piscar de olhos lhe davam, pois não queriam olhar para ele. Ao ver isto, o Peixe Arco-Íris ficou muito admirado e pensou:
- Por que será que eles não olham para mim?!
Foi, então, ter com o Peixe Estrela e revelou:
- Peixe Estrela, os outros peixinhos não querem olhar para mim! O que será que aconteceu?
- Isso não sei! Mas o melhor é ires falar com o polvo, ele vai ajudar-te…
Assim, o Peixe Arco-Íris foi à procura do polvo e, logo que o encontrou, disse-lhe:
- Amigo polvo, os outros peixes…
- Não é preciso contares nada… As ondas do mar disseram-me tudo! Tu estás errado! Dá uma das tuas escamas a cada um dos outros peixes… e serás mais feliz! – disse o polvo.
- Mas…
Nesse momento, o polvo já tinha desaparecido numa grande fumaça.
- Não dou as minhas escamas! Não dou! Não dou! Não dou!...
Ao atravessar o mar, Peixe Arco-Íris encontrou outra vez o Peixe Azul, que lhe disse:
- Peço-te pela última vez… Dá-me uma das tuas escamas!
- Ora bem, dou-te a mais pequena que tiver! – exclamou o Peixe Arco-Íris.
Arrancou uma escama, a mais pequenina, e deu-a ao Peixe Azul.
- Obrigado! És um graaaande amigo!
Os outros peixes também quiseram uma escama brilhante… Acreditam que o Peixe Arco-Íris deu escamas brilhantes a todos?! Pois deu, deu…
A partir desse dia, o Peixe Arco-Íris passou a viver muito mais feliz e nunca mais se esqueceu de partilhar com os outros!
Isabel Monteiro, Diogo Faria, Bruno Miguel, Ana Rita Silva
O Peixe Arco-Íris
O Peixe Arco-Íris vivia no grandioso oceano.
Peixe Arco-Íris tinha umas escamas cintilantes.
Ele não queria dar as suas escamas prateadas.
Imensos peixes pediram-lhe uma escama brilhante.
Xenofobia sentia o Peixe Arco-Íris…
Ele era muito egocêntrico e narcisista!
Agora, ele vivia sem nenhum amigo.
Resolveu falar, então, com a estrela-do-mar.
Correu para junto do polvo sábio.
O polvo sábio deu-lhe um bom conselho!
Incrédulo ficou o Peixe Arco-Íris…
Resolveu dar uma escama a cada peixe.
Importante é ter bastantes amigos!
Sem amizade não podemos viver felizes!
Telma Sousa, Flávia Nunes, Diogo Pereira, Ana Isabel, Paulo Silva
O Peixe Arco-Íris
Peixe Arco-Íris – Bom dia! Peixe Estrela, como estás?
Peixe Estrela – Por acaso até estou bem!
Peixe Arco-Íris – Oh… Já perdi muito tempo, já passaram mais de dois minutos… Tenho que ir!
Peixes do Mar – Olá! Queres vir brincar connosco?
Peixe Arco-Íris – Não me vou dar ao trabalho de brincar com vocês!
Peixe Azul – Peixe Arco-Íris, Peixe Arco-Íris, Peixe Arco-Íris! Espera por mim! Dá-me uma das tuas escamas!
Peixe Arco-Íris – Não, não dou! Nunca dei a ninguém estas lindas escamas!
Peixe Azul – Oh, que pena! Mas tu tens tantas! Podes dar-me uma dessas belas escamas!
Peixe Arco-Íris – Não, não dou! Sai daqui para fora já!
Peixe Azul – Vós nem sabeis o que me aconteceu… O Peixe Arco-Íris nem me ligou…
Peixes – Se ele não te ligou, nós também não lhe vamos ligar nenhuma!
Peixe Arco-Íris – Estão a falar de mim… Podem continuar!
Peixes – Esta voz esquisita não nos interessa nada…
Peixe Arco-Íris – Os outros peixes viraram-me a cauda! Eles nem falam para mim!
Peixe Estrela – Sei quem te pode ajudar! Numa gruta há lá um polvo que te pode ajudar.
Peixe Arco-Íris – Polvo, preciso da tua ajuda!
Polvo – Conheço a tua história. Partilha as tuas escamas e serás feliz!
Peixe Arco-Íris – Mas as minhas belas escamas…
Peixe Azul – Vá lá, dá-me uma das tuas escamas!
Peixes – Dá-nos das tuas escamas brilhantes!
Peixe Arco-Íris – OK! Tomem lá…
Peixes – Queres vir brincar connosco?
Peixe Arco-Íris – Vou brincar com vocês! Agora sinto-me mais feliz, porque tenho muitos amigos a brilhar!
Letícia Rafaela, José Carlos, Ana Rita Ribeiro, Cecília de Jesus
O Peixe Arco-Íris
Lá longe, no fundo do mar, um peixe vaidoso e elegante, colorido e bonito, adorava nadar!
Nas águas límpidas do mar azul, esse peixe encontrou os seus amigos que (Pois claro!) lhe chamavam Peixe Arco-Íris.
- Peixe Arco-Íris, anda brincar connosco!...
Mas o Peixe Arco-Íris nem quis brincar com eles, porque ele era muito orgulhoso.
- Dá-me uma das tuas escamas!
- Nem penses nisso! Nunca dei escamas a ninguém, nem te vou dar a ti! Ora essa…- disse o Peixe Arco-Íris, muito irritado!
O Peixe Azul, muito cansado e assustado, foi à beira dos outros peixes e contou-lhes tudo o que se tinha passado.
Desde aí, os outros peixes deixaram de olhar para o Peixe Arco-Íris. Quando passavam por ele, nem um piscar de olhos lhe davam, pois não queriam olhar para ele. Ao ver isto, o Peixe Arco-Íris ficou muito admirado e pensou:
- Por que será que eles não olham para mim?!
Foi, então, ter com o Peixe Estrela e revelou:
- Peixe Estrela, os outros peixinhos não querem olhar para mim! O que será que aconteceu?
- Isso não sei! Mas o melhor é ires falar com o polvo, ele vai ajudar-te…
Assim, o Peixe Arco-Íris foi à procura do polvo e, logo que o encontrou, disse-lhe:
- Amigo polvo, os outros peixes…
- Não é preciso contares nada… As ondas do mar disseram-me tudo! Tu estás errado! Dá uma das tuas escamas a cada um dos outros peixes… e serás mais feliz! – disse o polvo.
- Mas…
Nesse momento, o polvo já tinha desaparecido numa grande fumaça.
- Não dou as minhas escamas! Não dou! Não dou! Não dou!...
Ao atravessar o mar, Peixe Arco-Íris encontrou outra vez o Peixe Azul, que lhe disse:
- Peço-te pela última vez… Dá-me uma das tuas escamas!
- Ora bem, dou-te a mais pequena que tiver! – exclamou o Peixe Arco-Íris.
Arrancou uma escama, a mais pequenina, e deu-a ao Peixe Azul.
- Obrigado! És um graaaande amigo!
Os outros peixes também quiseram uma escama brilhante… Acreditam que o Peixe Arco-Íris deu escamas brilhantes a todos?! Pois deu, deu…
A partir desse dia, o Peixe Arco-Íris passou a viver muito mais feliz e nunca mais se esqueceu de partilhar com os outros!
Isabel Monteiro, Diogo Faria, Bruno Miguel, Ana Rita Silva
O Peixe Arco-Íris
O Peixe Arco-Íris vivia no grandioso oceano.
Peixe Arco-Íris tinha umas escamas cintilantes.
Ele não queria dar as suas escamas prateadas.
Imensos peixes pediram-lhe uma escama brilhante.
Xenofobia sentia o Peixe Arco-Íris…
Ele era muito egocêntrico e narcisista!
Agora, ele vivia sem nenhum amigo.
Resolveu falar, então, com a estrela-do-mar.
Correu para junto do polvo sábio.
O polvo sábio deu-lhe um bom conselho!
Incrédulo ficou o Peixe Arco-Íris…
Resolveu dar uma escama a cada peixe.
Importante é ter bastantes amigos!
Sem amizade não podemos viver felizes!
Telma Sousa, Flávia Nunes, Diogo Pereira, Ana Isabel, Paulo Silva
A Polegarzinha
Era uma vez uma senhora, que gostava muito de ter filhos…
Numa flor, a senhora viu uma linda menina, muito pequenina, era do tamanho do nosso dedo polegar. Essa senhora, decidiu chamar-lhe Polegarzinha.
No dia seguinte, Polegarzinha foi para o jardim, conheceu vários amigos: joaninhas, lagartas, escaravelhos e muitos mais.
Adormeceu… Enquanto dormia, um sapo dizia:
- Bela esposa, acredito que o meu filho irá gostar desta bonita menina…
Ao acordar, Polegarzinha sentiu-se só.
Um peixe ao saltar fora de água exclamava:
- Chiu… Um sapo gigante quer levar-te para bem longe daqui.
- Sim. Ele quer levar-te para bem longe daqui – disse a borboleta.
Ela fugiu, foi parar a uma floresta onde havia muitos animais e conheceu mais amigos. O Inverno chegava, os animais fugiam para terras mais quentes. Pobre Polegarzinha! Ela ficou sozinha embrulhada numa folha.
Depois, encontrou uma casa onde vivia um casal de ratos. Essa família aceitou a Polegarzinha e ela lá ficou. Essa família e a Polegarzinha encontraram uma andorinha com uma asa ferida. A maravilhosa e grande família levou a ave para dentro de casa e curou-a. A toupeira achou a menina Polegarzinha muito bonita e pediu-a em casamento. Ela não aceitou o pedido de casamento, pois só queria encontrar a sua Mãe. A Polegarzinha encontrou a sua amiga andorinha e disse-lhe:
- Leva-me para bem longe daqui!...
- Anda, vem comigo! Conheço um lugar onde vais sentir-te melhor…
A menina pequenina foi e encontrou um príncipe… Eles apaixonaram-se e casaram.
O príncipe ajudou a Polegarzinha a encontrar a mãe e viveram os três muito felizes, num magnífico castelo!
Isabel Monteiro
Diogo Faria
Bruno Vieira
Ana Rita Silva
Numa flor, a senhora viu uma linda menina, muito pequenina, era do tamanho do nosso dedo polegar. Essa senhora, decidiu chamar-lhe Polegarzinha.
No dia seguinte, Polegarzinha foi para o jardim, conheceu vários amigos: joaninhas, lagartas, escaravelhos e muitos mais.
Adormeceu… Enquanto dormia, um sapo dizia:
- Bela esposa, acredito que o meu filho irá gostar desta bonita menina…
Ao acordar, Polegarzinha sentiu-se só.
Um peixe ao saltar fora de água exclamava:
- Chiu… Um sapo gigante quer levar-te para bem longe daqui.
- Sim. Ele quer levar-te para bem longe daqui – disse a borboleta.
Ela fugiu, foi parar a uma floresta onde havia muitos animais e conheceu mais amigos. O Inverno chegava, os animais fugiam para terras mais quentes. Pobre Polegarzinha! Ela ficou sozinha embrulhada numa folha.
Depois, encontrou uma casa onde vivia um casal de ratos. Essa família aceitou a Polegarzinha e ela lá ficou. Essa família e a Polegarzinha encontraram uma andorinha com uma asa ferida. A maravilhosa e grande família levou a ave para dentro de casa e curou-a. A toupeira achou a menina Polegarzinha muito bonita e pediu-a em casamento. Ela não aceitou o pedido de casamento, pois só queria encontrar a sua Mãe. A Polegarzinha encontrou a sua amiga andorinha e disse-lhe:
- Leva-me para bem longe daqui!...
- Anda, vem comigo! Conheço um lugar onde vais sentir-te melhor…
A menina pequenina foi e encontrou um príncipe… Eles apaixonaram-se e casaram.
O príncipe ajudou a Polegarzinha a encontrar a mãe e viveram os três muito felizes, num magnífico castelo!
Isabel Monteiro
Diogo Faria
Bruno Vieira
Ana Rita Silva
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