Ontem, dia 11 de novembro de 2014, festejámos o S. Martinho e foi mesmo muito divertido!
A nossa turma, o 4.º E, começou o dia de aulas a explorar a canção: «Há Festa na Escola». Esta foi, aliás, a canção escolhida por todas as turmas. É muito bonita e fácil de cantar!
Depois fomos para o pavilhão do C.C.D., para realizarmos vários jogos e para dançarmos alegremente ao som da música.
Mas o momento alto foi mesmo quando acendemos a fogueira para assar as castanhas. Até o S. Pedro nos ajudou, porque fez parar a chuva e apareceu um lindo Sol a brilhar radioso... Ou melhor, sendo neste dia, talvez tivesse sido o S. Martinho que nos quis ajudar...
As castanhas assadas começaram a ficar prontas e cada um de nós foi, à nossa sala de aula, buscar a sua "Maria Castanha". É verdade, nós fizemos um "cartucho" especial e até lhe demos um nome! Todos os "cartuchos" ficaram bonitos, pois aplicamos diversas técnicas de pintura e fomos muito criativos. Na fotografia que aqui publicamos podem ver alguns!
Na parte da tarde continuamos a realizar atividades relacionadas com o «Dia de S. Martinho». Recordámos a sua lenda, a qual dramatizámos e recontámos em banda desenhada.
Viva o «Dia de S. Martinho»! Viva o Magusto Escolar! Viva a alegria, o convívio, a partilha, a aprendizagem!...
Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
O Beijo da Palavrinha
Era uma vez
uma menina chamada Maria Poeirinha. Ela vivia com a sua mãe, o seu pai e o seu
irmão Zeca Zonzo. Eles nunca tinham visto o mar.
Um dia, o seu tio Jaime Litorânio fez uma viagem pelo mar e, quando regressou, disse:
- O mar abriu-me a porta para o futuro!
O tio Litorânio achava grave não conhecerem o mar, pois o mar faz conhecer o horizonte, ter esperança e faz sentir que a espera vale a pena.
Em certo momento, Maria Poeirinha adoeceu gravemente.
O tio Litorânio dizia que a falta de mar tinha provocado a palermice do Zeca Zonzo, a doença de Poeirinha, a fome e a solidão. Ele afirmava:
- Temos de levar a menina para ver o mar!
Mas, infelizmente, a menina estava tão fraca e tão pálida que até não conseguia andar, de tão doente que estava. As pessoas já estavam a preparar as despedidas…. Porém, apareceu o irmão, Zeca Zonzo, que trazia um papel e uma caneta. Toda a gente pensava que ele ia desenhar o oceano, mas não. Ele desenhou, com letra grossa, a palavra “Mar”.
Fez a irmã passar, por cima de cada letra, os seus dedos e disse-lhe:
- Está sentindo, maninha? Que letra é esta?
- É um “m”! – respondeu a Maria Poeirinha.
O seu irmão confirmou:
- Sim, é um “m”, que parece as ondas do mar.
- Nós já vimos essas ondas, sim. Já as vimos no rio! – disse a sua irmã, toda emocionada.
Depois, o irmão perguntou:
- E, agora, que letrinha é esta, aqui a seguir ao “m”?
- É um “a”!
- Muito bem! É um “a”
de ave, de uma gaivota que voa por cima do mar! – exclamou o Zeca Zonzo, que de
“zonzo” não tinha nada.
Ele perguntou novamente:
- E esta, qual é?
- É um “r”! – diz a Maria Poeirinha.
O seu irmão disse:
- É um “r” da rocha que está no mar azul.
Entretanto, a Maria Poeirinha faleceu…
Agora, quando o seu irmão olha para a sua fotografia, diz:
- A minha irmãzinha morreu afogada na ternura de uma palavrinha, no beijo da palavra “Mar”.
Inês Leite – 4.º E – E.B. Devesinha
Um dia, o seu tio Jaime Litorânio fez uma viagem pelo mar e, quando regressou, disse:
- O mar abriu-me a porta para o futuro!
O tio Litorânio achava grave não conhecerem o mar, pois o mar faz conhecer o horizonte, ter esperança e faz sentir que a espera vale a pena.
Em certo momento, Maria Poeirinha adoeceu gravemente.
O tio Litorânio dizia que a falta de mar tinha provocado a palermice do Zeca Zonzo, a doença de Poeirinha, a fome e a solidão. Ele afirmava:
- Temos de levar a menina para ver o mar!
Mas, infelizmente, a menina estava tão fraca e tão pálida que até não conseguia andar, de tão doente que estava. As pessoas já estavam a preparar as despedidas…. Porém, apareceu o irmão, Zeca Zonzo, que trazia um papel e uma caneta. Toda a gente pensava que ele ia desenhar o oceano, mas não. Ele desenhou, com letra grossa, a palavra “Mar”.
Fez a irmã passar, por cima de cada letra, os seus dedos e disse-lhe:
- Está sentindo, maninha? Que letra é esta?
- É um “m”! – respondeu a Maria Poeirinha.
O seu irmão confirmou:
- Sim, é um “m”, que parece as ondas do mar.
- Nós já vimos essas ondas, sim. Já as vimos no rio! – disse a sua irmã, toda emocionada.
Depois, o irmão perguntou:
- E, agora, que letrinha é esta, aqui a seguir ao “m”?
- É um “a”!
Ele perguntou novamente:
- E esta, qual é?
- É um “r”! – diz a Maria Poeirinha.
O seu irmão disse:
- É um “r” da rocha que está no mar azul.
Entretanto, a Maria Poeirinha faleceu…
Agora, quando o seu irmão olha para a sua fotografia, diz:
- A minha irmãzinha morreu afogada na ternura de uma palavrinha, no beijo da palavra “Mar”.
Inês Leite – 4.º E – E.B. Devesinha
(Reconto da história: «O Beijo da Palavrinha», da autoria de Mia Couto)
Vou para a Escola!
Vou para a escola
Com o colega Simão,
A brincar pelo caminho
E aprendendo a lição.
Vou para a escola
E lá tenho um amigo...
Querem saber quem é?
O seu nome é Rodrigo.
Vou para a escola
Com a menina Alda
E, na hora do recreio,
Brincamos com a Mafalda.
Vou para a escola
Com a Matilde,
A menina que diz
Que mora em Regilde.
Vou para a escola
Com a Margarida
E essa amiga
É a minha preferida.
Inês Leite - 4.º E - E.B. Devesinha
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Alice no País das Maravilhas (2.º excerto) ...Há tantas maneiras diferentes de recontar...
Ela, quando olhou à sua volta, notou
que estava mais pequena, tinha cerca de 60 centímetros, já conseguia entrar
naquela pequena porta… Mas a chave estava lá em cima … Naquele momento, a
menina encontrou um bolo que dizia: «Come-me».
- Está bem! Se eu crescer, posso ir
buscar a chave que está em cima da mesa e, se eu mingar, passo por baixo da
porta… Vou comer um bocadinho…
Ela comeu um bocado e não aconteceu
nada e, por isso, decidiu comer o bolo todo. Assim, ela ficou a medir 3 metros.
Apareceu lá, depois, o Coelho fofo e a
Alice disse-lhe:
- Olá, Coelho! Vai uma ajudinha?!
Mas o Coelho desapareceu num instante
e deixou um leque e duas luvas.
A menina Alice começou a abanar o
leque e a falar. A seguir olhou para as suas mãos e reparou que estava com as
luvas que o coelho tinha deixado…
Como é que ela podia estar com as
luvas nas suas mãos, se elas eram tão pequenas e ela era tão grande?!
Quando se apercebeu que o leque era
mágico e que, quanto mais o abanasse, mais pequena ficava, ela parou. Nesse
momento verificou que já estava com a água até ao pescoço e viu um rato a nadar
na água formada pelas lágrimas que tinha chorado, quando era grande. Alice foi
ter com o rato e perguntou se ele tinha visto a sua gata, a Diná, e ele ficou
com medo. Ela decidiu falar de um cão que vivia ao pé da casa dela, que tinha
um dono que era pastor e que lhe disse que era um animal muito útil, porque
caçava bem os ratos.
Então, a Alice reparou que lá em baixo
havia um pato, um dodó e uma água pequena. Ela ouviu o rato a dizer que lhes ia
contar a história em que explicava por que tinha medo de cães e de gatos. A
história tinha muitas palavras complicadas e os animais foram todos embora e
apenas ficou a Alice a ouvir aquela história…
Agora
temos de esperar até segunda-feira para, na «Hora do Conto», ouvirmos a
continuação desta história cheia de aventuras. O que irá acontecer mais à
Alice?
Rodrigo Rocha e Luís Rocha – 4.º E – E.B. Devesinha
Alice no País das Maravilhas (2.º excerto)
Alice provou o líquido e achou-o
delicioso, pois tinha uma grande variedade de sabores que ela adorava. A menina
começou a mingar e reparou que já cabia na porta, mas a porta estava fechada e
a chave estava em cima da mesa. Como estava pequenina, não chegava à chave.
Então começou a tentar trepar a mesa, contudo acabava sempre por escorregar.
Começou, depois, a chorar, até que disse para si mesma, como faz muitas vezes:
- Para, Alice, para! Tu não és um
bebé!
Deu conta que ao pé da mesa estava um
bolo que dizia: «Come-me». Decidiu comê-lo pois, se a fizesse crescer, chegaria
à mesa e pegaria na chave e, se mingasse ainda mais, passaria por baixo da
porta. Deu-lhe uma trinca, mas nada aconteceu… Comeu-o todo e começou a
crescer, a crescer, até que: “pum”… bateu com a cabeça no teto. Aí sim… chorou,
chorou, e criou um lago que chegava ao meio da sala.
Passou, de repente, o Coelho que
tinha, numa mão, umas luvas brancas e, na outra, um leque. O coelho deixou cair
as duas coisas e ela apanhou-as. Começou a falar para si mesma, enquanto
abanava o leque sobre ela.
Quando deu
conta, tinha as luvas calçadas e a água dava-lhe pelo pescoço. Tinha diminuído.
Passou um rato e ela perguntou:
- Gostas de gatos?
E o rato escondeu-se debaixo de água…
- Perdão não te queria ofender. Mas
olha que eu tenho uma gata, a Diná, é tão fofinha, calma e caça os ratos melhor
que ninguém.
O rato ficou com os pelos em pé…
- Desculpa, desculpa. Falaremos de
cães. Há um cão que é de um lavrador, que caça tudo o que alcança. Dizem que dá
jeito, porque mata todas as ratazanas.
O rato fugiu para a costa. A menina
seguiu-o, pois agora o lago estava cheio de animais. Alice ajudou-os,
levando-os para a margem.
O rato decidiu contar histórias que
eram uma seca, pois os animais estavam molhados e precisavam de se secar. Ele
começou a contar uma história e, aos poucos, todos se foram embora…
A
continuação da história só saberemos na próxima segunda-feira, na «Hora do
Conto». Que outras aventuras irá viver a
Alice no País das Maravilhas?
Matilde Gaspar e Maria João Carneiro
– 4.º E – E.B. Devesinha
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Alice no País das Maravilhas (1.º excerto)
Uma menina, chamada Alice, estava
sentada, com a irmã, na margem de um rio.
A sua irmã estava concentrada a ler
um livro sem ilustrações e Alice deu uma espreitadela, mas não o achou nada
interessante e já estava farta de não fazer nada.
De repente apareceu um coelho branco
e de olhos cor-de-rosa. Esse tal coelho tirou um relógio do bolso e começou a
falar:
- Ai que estou tão atrasado!
A Alice ouviu o coelho falar como os
humanos e estranhou ele retirar do bolso um relógio…
O coelho correu velozmente,
dirigiu-se a uma toca… Alice também entrou e segui-o.
Desceu um enorme buraco e, enquanto o
descia, olhava tudo à sua volta, era como se o mundo girasse em seu redor.
A meio da descida avistou um frasco
de compota de laranja e pegou nele. Abriu-o e não viu nada lá dentro, era um
frasco vazio. Ia deixá-lo cair, mas não, pois tinha medo de matar alguém lá no
chão. Colocou-o, então, num louceiro.
Pensou Alice para si:
- Será que a queda não tem fim?!
E, sim, chegou lá abaixo. Caiu em
cima de folhas secas e de pequenos ramos. Não se magoou.
Naquele local, encontrou uma chave
dourada, tão pequena, mas tão pequena!...
Havia várias portas, mas a chave não
encaixou em nenhuma das fechaduras. Voltou a olhar em redor e viu uma cortina.
Atrás dela havia uma porta muito pequena, pouco maior do que a toca de um rato!
E a chave, na fechadura dessa porta, encaixou e abriu-a.
Alice ficou tão feliz!...
Essa porta ia dar a um lindíssimo
jardim… Mas a menina não cabia nesse buraco. Podia caber a sua cabeça, porém o
corpo não. Queria encolher-se…
Foi, então, até junto de uma mesa de
três pernas e essa mesa tinha uma bebida que dizia, numa etiqueta: «Bebe-me!».
Alice começou logo a verificar se
essa bebida não tinha veneno ou outra coisa do género…
Este é o primeiro excerto que
ouvimos da história: «Alice no País das Maravilhas» e adorámos! Agora estamos
ansiosos para ouvir a continuação, pois sabemos que Alice vai viver muitas e
variadas aventuras…
Na próxima 2.ª feira, na Biblioteca
Escolar, na “Hora do Conto” vamos ficar a saber mais… Até lá!
Letícia Duarte e
Simão Paulo Freitas – 4.º E – E.B. Devesinha
A nossa festa do «Halloween»
Hoje, dia 31 de outubro, comemoramos a festa do «Halloween», na nossa escola.
Muitos meninos e meninas vieram fantasiados de fantasmas, esqueletos, vampiros, dráculas, bruxas, múmias, demónios...
Fizemos um lindo desfile, no qual pudemos apreciar as várias personagens em que nos transformamos. Foi muito divertido!!!
Estivemos também a descobrir a origem do «Halloween», através de pesquisas na internet e através da exploração de um texto.
Pintamos, ainda, desenhos alusivos à festa que estamos a celebrar, tendo, para isso, de respeitar o código de cores apresentado.
Está a ser um dia interessante, emocionante, fantasmagórico e fantástico!!!
Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha
Muitos meninos e meninas vieram fantasiados de fantasmas, esqueletos, vampiros, dráculas, bruxas, múmias, demónios...
Fizemos um lindo desfile, no qual pudemos apreciar as várias personagens em que nos transformamos. Foi muito divertido!!!
Estivemos também a descobrir a origem do «Halloween», através de pesquisas na internet e através da exploração de um texto.
Pintamos, ainda, desenhos alusivos à festa que estamos a celebrar, tendo, para isso, de respeitar o código de cores apresentado.
Está a ser um dia interessante, emocionante, fantasmagórico e fantástico!!!
Alunos do 4.º E - E.B. Devesinha
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