terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Alunos visitam Museu Etnográfico de Santa Eulália


No dia 27 de Janeiro de 2015, os alunos dos 3.º e 4.º anos da Escola da Devesinha visitaram a Sede e o Museu do Rancho Folclórico de Santa Eulália.
A visita de estudo decorreu desde as 15 às 16 horas e foi orientada pela professora Olívia Alves.
Durante esta atividade, os alunos ficaram a conhecer melhor a vida dos seus antepassados, os seus costumes, o vestuário que usavam, os instrumentos de trabalho, os objetos utilizados na cozinha, os utensílios de iluminação, as danças e cantares…
Todas as crianças ficaram a saber que o Rancho Folclórico de Santa Eulália foi criado no ano de 1984 e, atualmente, é formado por 50 a 60 elementos (crianças e adultos).
Foi uma visita de estudo muito interessante e enriquecedora, porque ampliou os conhecimentos dos alunos, os quais se sentiram bastante entusiasmados com esta atividade.
alunos e as professoras agradecem a disponibilidade dos responsáveis do Rancho Folclórico de Santa Eulália.

Alunos do 4.º E – E.B. Devesinha

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O Gigante Egoísta

Era uma vez um belo e enorme jardim, que se situava à beira de um maravilhoso castelo, no qual morava o Gigante Egoísta. As crianças adoravam ir para lá brincar, no final das aulas, pois tratava-se de um jardim perfumado, encantador e esplêndido. Enfim, não há palavras para descrever a beleza daquele magnífico jardim. Elas gostavam imenso de lá praticar “milhares e milhares” de jogos. Também adoravam quando paravam as suas brincadeiras e ficavam a apreciar o deslumbrante cantar dos passarinhos.
No lado esquerdo do jardim havia tantas árvores, parecendo haver ali uma floresta tropical. No lado esquerdo existiam muitas flores…
Certo dia, o Gigante Egoísta voltou ao seu castelo, após sete anos de ausência. Ele tinha ido visitar o seu amigo Ogre da Cornualha, ficando em sua casa durante esse tempo todo. Quando chegou, disse irritadamente, com voz grossa:
- Ninguém tem o direito de vir para o meu jardim! Ouviram? O jardim é meu!!!
Ao ouviram o Gigante tão zangado, todas as crianças fugiram aterrorizadas. O Gigante construiu, então, um grande muro e colocou o seguinte aviso: «É proibida a entrada de pessoas! Proceder-se-á contra os transgressores!»
Passados dias, a primavera chegou, porém no belo jardim do Gigante Egoísta permanecia o inverno. Ele não compreendia e lamentava-se…
Apenas o vento norte, a neve e a geada gostavam de viver naquele jardim invernoso.
No entanto, uns dias mais tarde, o Gigante reparou que o jardim voltou a estar cheio de flores… E, quando viu que as crianças tinham entrado, percebeu tudo… De repente reparou que no canto mais afastado do jardim era, ainda, inverno… Olhou atentamente e visualizou um pequenino menino que chorava, por não conseguir subir a uma árvore. Então, o Gigante ficou com pena e desceu rapidamente as escadas para o ajudar. Nesse momento, as restantes crianças fugiram, ficando outra vez inverno. Mas aquele rapaz, como tinha tantas lágrimas nos olhos, não o conseguiu ver atempadamente… O Gigante pegou no menino e colocou-o no ramo da árvore. O menino deu-lhe um beijo e um abraço. As crianças, ao verem que o Gigante já não era mau, regressaram para o jardim e tudo voltou a florescer. O Gigante derrubou o muro com uma picareta, para que as crianças pudessem ir para lá brincar.
Os anos foram passando e o Gigante foi envelhecendo e nunca mais viu aquele menino de quem tanto gostava. Ele perguntava às crianças por ele, mas elas não sabiam…
Certo dia, o menino apareceu, com chagas nas mãos e nos pés... O Gigante disse que iria castigar quem lhe fez mal, mas o menino respondeu que isso não interessava. Afirmou também que, por ele ter partilhado o seu jardim, iria, agora, levá-lo para o Paraíso.
Quando as outras crianças regressaram da escola, viram que o Gigante tinha falecido, estando coberto com belíssimas flores brancas.

Lara Fabiana Ferreira – 4.º E – E.B. Devesinha

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O Gigante Egoísta


Estamos a explorar a história: «O Gigante Egoísta», da autoria do escritor Oscar Wilde... Esta história faz-nos refletir sobre o comportamento humano, pois fala-nos de um Gigante que, inicialmente, era incapaz de partilhar e, por isso mesmo, vivia sozinho e infeliz... A sua vida era fria e cinzenta como o inverno... Até que um dia a atitude de carinho de um gracioso menino atingiu o coração cruel do Gigante e o transformou para sempre... A partir desse momento, o Gigante passou a saber partilhar a beleza do seu jardim e a alegria das brincadeiras das crianças... Desta forma, ele conseguiu ter uma vida feliz!...
Não percam a oportunidade de ler esta lela história!!!

O Gigante Egoísta

Era uma vez
Um Gigante
Que era muito bonito
E também elegante!

Todas as tardes
Tinha crianças no jardim.
Ele chamava por elas
E também por mim.

No seu jardim
Havia doze pessegueiros,
Havia também flores
Nos lindos canteiros!

O Gigante Egoísta
Quando veio do seu amigo
Expulsou as crianças
E também o Rodrigo.

Certo dia chegou a primavera
Inverno era, no seu jardim,
Ele ficou triste
Mas viu uma flor chamada jasmim…

O Gigante viu um menino
Que estava a chorar
Então, o Gigante,
Decidiu ajudar...

As crianças foram brincar
E viram o Gigante falecido
Coberto de flores brancas…
Estava feliz por ter vivido.

As crianças continuaram a brincar
No jardim do Gigante,
A quem sempre vão recordar
Por ter um coração brilhante!

Francisca Ribeiro - 4º E

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Projeto: «Regime de Fruta Escolar»

No dia 22 de Janeiro, nós (os alunos do 4.º E) apresentámos, às restantes turmas da
E.B. Devesinha, um teatro intitulado: «Debate entre Frutos». Com esta atividade
pretendemos, mais uma vez, sensibilizar para os benefícios de consumir fruta
diariamente.
Entoámos também, em conjunto, a canção: «Se um fruto faz bem à saúde…».
Foi ótima esta partilha e, assim, a aprendizagem é muito mais interessante!
E não se esqueçam: «Se saúde querem ter, fruta têm de comer!!!»

Alunos do 4ºE- E.B. Devesinha

sábado, 17 de janeiro de 2015

A minha grande aventura!

Vou contar-vos a minha grande aventura, essa aventura passou-se na Cascata da vila de Santa Eulália.
Nesse dia estávamos todos juntos, pois a minha tia Elsa queria tirar fotografias com toda a família.
Depois de fazermos a sessão fotográfica (como eu lhe chamo), eu disse à minha tia Elsa:
- Tia, estou cansada e com fome!
- Está bem, vamos já buscar as mantas e os alimentos e vamos descansar e comer. vai chamar o resto da família.
E lá fui eu. Chamei a minha mãe, o meu pai, as minhas primas, os meus primos, as minhas tias, os meus tios, a minha avó e o meu avô. Estávamos todos esfomeados.
Passado algum tempo, estávamos todos nas mantas a descansar e a comer...
- Vamos jogar ao "esconde-esconde" - disse o meu primo Simão.
- Está bem! - dissemos todos em conjunto.
- Mas quem é que vai contar? Posso ser eu! - afirmei eu.
Já tinha contado... e achei as minhas primas Mariana, Beatriz e Catarina... Faltava-me encontrar o meu primo Simão. Eu corri tudo à procura dele, mas não o encontrava... A certa altura encontrei um animal muito esquisito, vestido de rei!
- Como te chamas? - perguntei.
Mas ninguém me respondeu... Porém é normal, pois os animais não costumam falar.
Andei mais um bocado e cheguei à «Cidade dos Arganazes». Aquele local era maravilhoso! Havia lá guarda-costas, polícias, rainhas, reis... tudo o que possam imaginar e que também podia existir cá na nossa terra.
Foi aí que eu percebi que aquele animal esquisito, vestido de rei, era o Rei dos Arganazes.
Entrei num grande castelo cheio de fotografias do Arganaz Rei. Conheci, então, a sua esposa, a rainha D. Maria II, e a sua filha, a princesa Diana.
Quando essa visita terminou, fui para a rua e lá havia uma casa que tinha uma tabuleta a dizer: «A família Lopes»... E eu exclamei:
- Parece a minha casa!
- Pois parece!- alguém respondeu.
Naquele momento, eu assustei-me...
- És tu Simão! Já viste isto? Parece a nossa casa! - disse eu.
- Também me parece!... - afirmou, admirado, o meu primo Simão.
Por fim, tivemos de ir embora daquele lugar, com muita pena nossa, pois era um lugar muito interessante!
Quando chegámos, contámos tudo à nossa família, contudo ninguém acreditou...
Com esta aventura, fiquei a perceber que não somos a única civilização e que, afinal, adoro os Arganazes!

Ana Margarida Lopes Ribeiro - 4.º E - E.B. Devesinha

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

«Alice no País das Maravilhas»... fez-nos descobrir o Arganaz...

Numa das aventuras vividas pela «Alice no País das Maravilhas», eis que aparece um arganaz… E nós, como somos muito curiosos e gostamos de aprender, fizemos uma pesquisa para conhecermos melhor esse animal... Ora vejam o que ficamos a saber…
O arganaz é um mamífero de pelo cinzento claro e com o ventre esbranquiçado. É um roedor parecido com o esquilo. Tem uma cauda longa e peluda. O seu comprimento varia entre os 16 e os 18 centímetros. Vive nas montanhas, nos bosques frondosos. O arganaz alimenta-se de sementes, de ramos de árvores e de insetos. Este animal constrói os seus ninhos com musgos e fá-los nas cavidades dos troncos e nas fendas das rochas. As suas crias (3 a 6) nascem uma vez por ano. O arganaz hiberna 6 a 7 meses na estação fria.

Alunos do 4.º E – E.B. Devesinha